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terça-feira, 5 de julho de 2016

GARY MOORE


Robert William Gary Moore (Belfast, 4 de abril de 1952) conceituado guitarrista de blues, cresceu em meio às bombas do IRA e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado.

Gary iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, participou das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Thin Lizzy (banda irlandesa), onde conheceu seu fiel parceiro, Mr. Phil Lynott.

Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação da Banda Colosseum, batizada de Colosseum II.

No Thin Lizzy, ele colaborou na gravação de vários álbuns, mas gravar mesmo foi só no compacto Darling (1974) e no álbum Black Rose (1979).

Em carreira solo tem muito sucesso, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power" (1982) e a mais blueseira e comerialmente rentável como do álbum Still Got the Blues (1990).

Apesar que em sua carreira a guitarra que mais usou (até tem uma versão sua) foi Gibson Les Paul, mas no show do vídeo desta postagem ele toca em Wembley Arena, na comemoração dos 50 anos de aniversario da Stratocaster da fender, o concerto foi em 2004 e ele fez uma homenagem ao maior tocador de strato, Jimi Hendrix.



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