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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Todo dia é dia de Rock and Roll


O Rock é um mutante

Começou com uma mistura de country e r&b, coloriu-se em sua fase psicodélica, ganhou peso, emagreceu, usou moicano e hoje adota uma singela franjinha.Confira estas transformações:

O começo

A mistura de country com rhythm and blues surgia no meio da década de 50 mudaria a história da música para sempre. Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, pioneiros do gênero, superaram barreiras raciais e fundiram música branca e negra de maneira inédita. “Maybellene” (1955), de Chuck Berry, é uma das várias canções que definiram o DNA do rock and roll.

Popularização

Chuck Berry, Little Richard e companhia abriram caminho para a explosão do rock and roll nos anos 60. Assim, Elvis pôde escandalizar e encantar com seu rebolado e influenciar o visual de jovens do mundo todo durante os anos 50 e 60. Rolling Stones, The Who e até Bee Gees surgiram nesse boom. Com os Beatles aconteceu o mesmo, mas em escala ainda maior. John, Paul, George e Ringo se voltaram á psicodelia e ao experimentalismo logo depois, mas a imagem dos quatro usando terninhos e cabelos-tigela tocando “I Wanna Hold Your Hand” paras platéias histéricas é eterna.

Psicodelia

Com o gênero popularizado e no mainstream, a Guerra do Vietnã dominando os noticiários e drogas fazendo a cabeça dos músicos, o rock abandonou a caretice, ganhou cores novas e funções de protesto em canções de artistas como Bob Dylan e Joe Cocker. O marco dessa época foi o festival de Woodstock (agosto de 1969). Jimi Hendrix tocou o hino americano, com efeitos de guitarra que simulavam tiros de metralhadora e bombardeio de aviões, e fez história.

Metal

Com guitarras em destaque, influência de blues e potência sonora amplificada, iniciada por Black Sabbath e seguidos por grupos e deram origem ao metal nos anos 60. Nos anos 70, uma leva de bandas britânicas como Iron Maiden e Judas Priest aceleram o estilo: era a nova onda do Heavy Metal Britânico. Em comum entre esses grupos, além do peso da música, os cabelos compridos, roupas escuras e integrantes com cara de poucos amigos.

Punk

Surgiu nos EUA como uma resposta à megalomania que o metal e outras vertentes do rock, como o progressivo, imprimiram ao gênero nos anos anteriores. A ordem entre grupos como Ramones era reduzir tudo ao básico: bandas com apenas uma guitarra, baixo e bateria, músicas curtas e aceleradas, três acordes nas composições, atitude rebelde e anarquista. Pouco depois, o movimento chegou à Inglaterra, onde surgiram os Sex Pistols. Moicanos e certo desleixo marcavam a produção visual dos punk rockers.

Pós-Punk

Se ávida no punk foi cheia de som e fúria a do pós-punk foi marcada pela angústia e introspecção. A banda clássica do estilo, Joy Division, teve trajetória curta por conta do suicídio de seu líder, Ian Curtis. The Cure, The Fall, Bauhaus e Siouxsie and the Banshees continuaram se jogando na melancolia e caprichando no visual dark.

Grunge

Como o Punk, o Grunge nasceu como uma resposta aos exageros de estilos anteriores. Pense em algo diametralmente oposto a grupos como Twsted Sisters e é bem capaz de você imaginar o Nirvana (a banda mais influente do gênero) ou o Pearl Jam. Se você tem uns 30 anos de idade, é capaz de ainda ter alguma camisa de flanela, item básico no guarda-roupa grunge, guardada por aí.

Emo

Eles gostam de hardcore, uma vertente bastante acelerada do punk rock, mas também são sensíveis sim, e daí? Nas letras, as bandas de emotional hardcore (daí o nome) como o Fall Out Boy ou Panic! At the Disco falam de corações partidos e dos problemas da vida adolescente. Mas não basta choramingar: um emo só é emo com uma franja caprichada e maquiagem pesada nos olhos.




3 comentários:

Thais disse...

Visitei o blog!

Katia Frigo disse...

SHOW DE BOLA !!!

Claudinha disse...

Becoming International Dude!!! Awesome!!! Go on!