PUCKAT banda progressiva do Irã


Em meio a muitas noticias ruins envolvendo o Irã, em minha pesquisa surgiu no resultado esta banda com ótima sonoridade e uma levada muito limpa e envolvente.

Puckat (anteriormente chamada Cullieve) é uma banda de rock progressivo fundada em Teerã em 2016. Já no primeiro ano a banda participou de um festival de música, um festival de gaita em Teerã e tocou duas de suas primeiras músicas, chamada Lazy Cat e Yeehaa After.

O gênero de Puckat inclui principalmente elementos de rock progressivo, pós e alternativo com um sabor ocasional de jazz suave e rock industrial para ajudar a formar e discutir conceitos incorporados às peças oferecidas. A abordagem comum entre os membros da banda é manter os sentimentos e conceitos primeiro e implantar técnicas para dar espírito às idéias e trazê-las a uma existência tangível.

Formação, Mansour Mousavi na guitar, acoustic guitar on all tracks and vocals,  Alireza Beglari  guitar, Amin Vakili, basss e Argam Aristakesian, Drums.







WATERSHAPE

 

Aqui está a capa de YOU ARE NOT, o segundo álbum da Watershape lançado pela Elevate Records em formato LP (Coloured Vinyl) e digitalmente em todas as plataformas.

Watershape toca música progressiva influenciada tanto pelo rock progressivo dos anos 70 (King Crimson, Genesis, Gentle Giant, ...) e pelo metal progressivo moderno (Dream Theater, Pain of Salvation, Opeth, ...) Muito próximo, em alguns aspectos, de o conceito de artistas como Steven Wilson e o Porcupine Tree.

Depois de terem lançado 2 singles e alguns covers, em 2018 é lançado o primeiro álbum intitulado “Perceptions”.

O novo álbum “You Are Not” representa um grande passo em frente no desenvolvimento de um estilo cada vez mais pessoal.

Tracklist:

Enough

The Mistery Man

In The Garden Of Dreams And Grace

Colors Rite

The Endless Journey

Mr. K.

Floating (In The Damp Air)

Timanfaya


Line - Up:

Francesco Tresca (Drummer of Arthemis and ex  Power Quest e Hypnotheticall) 

Mirko Marchesini (Guitar- Sonum and ex Hypnotheticall), 

Mattia Cingano (Bass- ex Hollow Haze), 

Enrico Marchiotto (Keyboards) 

Nicolò Cantele (Voice).

Em breve o primeiro single e vídeo do álbum, enquanto isto vai curtindo a excelente performance de "The puppets gathering"


Links :

www.elevate2records.com

https://www.facebook.com/watershapeband



O dia em que DAVID BOWIE derrubou o muro de Berlim



Berlim

Na véspera do lendário concerto em Berlim, em 1987, David Bowie passou o dia no lado oriental. Não tínhamos a menor ideia do que ele tinha ido fazer lá, do outro lado do muro. Aliás, naquela época, ninguém imaginava que algo, um dia, pudesse demover aquela estrutura de concreto bem armado que dividia o mesmo povo em dois mundos. Muito menos que a queda se desse de forma tão inusitada.

A propósito, desde a fundação da primeira Berlim, em 1237, na parte onde está a ilha dos museus (Museusinsel) e sua fusão, setenta anos depois, com o lado norte do rio Spree, quando se formou a cidade dupla, as histórias que compõe a História das Berlins se dividem em trágicas, cômicas e, também, inusitadas.

Depois de passar por vários distúrbios sociais, acrescidos de pestes, guerras e incêndios, a cidade iniciou sua ascensão quando se tornou capital da Prússia e residência oficial do rei. Friedrich III, que era um reles príncipe, conseguiu a promoção após sua autocoroação, transformando-se em Friedrich I, o rei da Prússia. Mas o cara não estava ali para brincadeira. Iniciou um processo de desenvolvimento da cidade, construindo grandes jardins públicos, avenidas (como a famosa Unter den Linden) e, antes de bater as botas, passou o bastão para outros Friedrichs.

Seus sucessores não só deram continuidade à ambiciosa intenção, como ainda, de lambuja, a transformaram na cidade industrial mais importante da Prússia. Além disso, os investimentos em ciências, artes e cultura fizeram com que Berlim passasse a ser o centro do iluminismo. Por esta razão, pensadores, artistas e arquitetos eram atraídos para lá. Nas décadas posteriores foram construídos por Schinkel edifícios dum classicismo pomposo.

Também Lenné criou jardins públicos de um valor artístico esplendoroso. Não fosse outro ambicioso melar os planos, um cara chamado Napoleão, que invadiu, bateu e mandou prender, a fundação do Império Alemão poderia ter demorado menos. Mesmo assim, em 1871, Berlim se tornou a capital desse império e os Friedrichs, que agora eram Wilhelms, acabaram se metendo numa encrenca das grandes: a primeira guerra mundial, cujo desfecho todos nós conhecemos.

Mas depois da divisão da Alemanha em oriental e ocidental, que resultou na construção daquele muro horroroso que cercava a cidade de Berlim, incrustada no meio da Alemanha oriental, outras histórias passaram a compor a Crônica Alemã. Muitos escritores tiveram que produzir no exílio, outros permaneceram em solo comunista, cujas primeiras produções se baseavam em romances dedicados às tragédias da guerra e, também, temas que idealizavam o universo do trabalhador.

Nos anos 60 a produção literária passou a contar com obras mais realistas, que tentavam superar a dicotomia entre trabalho manual e intelectual. Mas foi Christa Wolf quem tematizou, pela primeira vez, a divisão alemã em O Céu Dividido (1963) e Jurek Becker se dedicou à crítica ao cotidiano da Alemanha oriental.

Na década seguinte ainda haveria o subjetivismo de Sarah Kirsch e Stefan Heyn, mas os anos que antecederam a queda, os não menos tumultuados anos 80, eram tempos em que a roqueira Nina Hagen frequentava um bar chamado Risiko e que o monomotor do jovem Mathias, de apenas 19 anos, pousou em plena praça vermelha, diante do Kremlin, num rasante que decepou as cabeças mais altas dos mais altos generais russos.

Naquela noite de sete de junho, o camaleão do rock subiu ao palco, que tinha como fundo o majestoso parlamento alemão – Reichstag, para fazer história. Eu e outros sessenta mil jovens nos espremíamos naquele gramado da Praça da República para ver e ouvir um Bowie que – presença de palco – parecia ter três metros de altura.

De repente a música parou, começou-se a ouvir um ruído que parecia uma espécie de protesto. A gritaria vinha do outro lado do muro, que ficava imediatamente atrás do Reichstag. No lado oriental, outra multidão ouvia Bowie, mas não podia vê-lo. Aos gritos de “O muro tem que sair” e “Nós também queremos ver”, pessoas eram contidas por soldados que não hesitaram em usar a força para tentar dissipar os fãs, que não se intimidaram.

Nesse instante, Bowie virou-se para o lado do muro e, antes de iniciar a próxima canção, disse: “Essa é pra vocês!”.

Cantou a clássica música que conta a história de dois amantes que se encontram no Muro de Berlim: “Heroes”. Todos nos sentimos heróis por um dia.

Tempos depois, se soube que havia equipamentos (caixas de som) virados, estrategicamente, para o lado oriental e também que no dia anterior, Mr. Bowie, havia se encontrado e articulado o ‘movimento’ com jovens alemães orientais. Ele não tinha ido a passeio.

Naquele dia, o muro começou a cair.

David Bowie Glass Spider tour live full concert 87



POR JARI DA ROCHA, COLABORAÇÃO PARA O TIJOLAÇO · 11/01/2016

WATERSHAPE

A banda foi fundada em 2014 por Francesco Tresca (baterista do Arthemis e ex Power Quest e Hypnotheticall) junto com Mirko Marchesini (guitarra - Sonum e ex Hypnotheticall), Mattia Cingano (baixo - ex Hollow Haze), Enrico Marchiotto (teclados) e Nicolò Cantele (voz).

Watershape toca música progressiva influenciada tanto pelo rock progressivo dos anos 70 (King Crimson, Genesis, Gentle Giant, ...) e pelo metal progressivo moderno (Dream Theater, Pain of Salvation, Opeth, ...) Muito próximo, em alguns aspectos, de o conceito de artistas como Steven Wilson e o Porcupine Tree.

Depois de terem lançado 2 singles e alguns covers, em 2018 é lançado o primeiro álbum intitulado “Perceptions”.

O título do disco reflete a ideia de que todos podem perceber as diferentes músicas de uma forma diferente, também dentro das composições existem diferentes matizes e estilos que podem despertar várias emoções no ouvinte.

O álbum recebe excelentes críticas.

A banda promoveu o álbum ao vivo durante 2018 e 2019, também apoiando bandas como Claudio Simonetti's Goblin e Secret Sphere.

Em 2020 a banda completa a gravação e mixagem / masterização do segundo álbum intitulado “You are not”, o que representa um grande passo no desenvolvimento de um estilo cada vez mais pessoal.

O álbum será lançado pela Elevate Records em todas as plataformas digitais e em formato físico (vinil colorido), precedido de um single e um vídeo.

Em breve novos detalhes sobre a arte e a data de lançamento do álbum.


THE PROG COLLEVTIVE



O The Prog Colletive foi criado por Billy Sherwood, que mesmo a distancia reuniu grandes nomes do rock progressivo para gravar um álbum, conforme ele mesmo relata abaixo:

"A ideia de montar uma coleção de artistas incríveis do gênero rock progressivo em um único disco foi um conceito especialmente emocionante para mim.

Inspirado, comecei a escrever e gravar as 7 músicas que se tornariam este álbum. Enviei essas gravações para alguns dos meus amigos e heróis musicais de bandas como King Crimson, XTC, Ásia, Gentle Giant e, claro, minha antiga banda Yes.

Logo, comecei a receber faixas vocais e overdubs de guitarra e teclado de estúdios de todo o mundo, que depois mixei no meu estúdio de gravação em Los Angeles. Apesar das distâncias geográficas, no entanto, o sentimento de toda a produção é de unidade musical e espiritual - The Prog Collective! - Billy Sherwood

O maior super grupo de Rock Progressivo já montado! Apresenta performances de John Wetton (Asia), Tony Levin (King Crimson), Jerry Goodman (Mahavishnu Orchestra), Richard Page (Mr. Mister), Geoff Downes (Yes/Asia), Alan Parsons (Alan Parsons Project), Chris Squire (Yes), Rick Wakeman (Yes), Gary Green (Gentle Giant), Annie Haslam (Renaissance), Steve Hillage (Gong), John Wesley (Porcupine Tree), Tony Kaye (Yes), Colin Moulding (XTC) e muito mais!

Os fãs já estão divulgando esta versão em blogs e fóruns, e geraremos mais interesse por meio de uma grande campanha publicitária que incluirá anúncios impressos ao consumidor na revista Prog e muito mais!"

Fonte: https://theprogcollective.bandcamp.com/releases neste link você pode adquirir o álbum físico ou digital.


ALL LITTLE LIES



O novo single de All Little Lies - We Be Fine é lançado no dia 15.02.2021, o que também inaugura o início da colaboração com a Elevate Records.

Junto com o single vem um vídeo cativante, feito inteiramente com a técnica Collage Stop Motion. 

O texto de We Be Fine foi escrito em meio a uma pandemia da qual ainda não saímos e é uma exortação e um desejo de sair dela o mais rápido possível para retomar nossa vida normal !!

 All Little Lies (cuja sigla é ALL) é uma banda de Rock Alternativo com um estilo enérgico que varia entre vários gêneros musicais, sempre em busca da originalidade e da heterogeneidade. 

O grupo é formado pelo guitarrista Gioele Nardozi, o baterista Lucio Troiani, Stefano Boccia no baixo, Milena Cervi nos vocais e Cristian Del Vecchio na guitarra. 

O primeiro álbum "CollaterALL" lançado em janeiro de 2020 foi um grande sucesso tornando a banda conhecida.


Link: para plataformas digitais: https://smarturl.it/xhstzs



HEILUNG



HEILUNG significa "cura" na língua alemã e isso também descreve o núcleo do som da banda. Eles estão criando a "historia amplificada" com instrumento de ossos humanos, percussão e a voz da alma.
Fique à vontade e relaxado após uma jornada musical mágica que às vezes é turbulenta.

Banda da Dinamarca é formada por Christopher Juul, Kai Uwe Faust e Maria Franz.

A apresentação da banda é um espetáculo inovador, onde as linhas se confundem entre performance musical, antigos rituais, passado e presente. Pessoas que participam do show saem dizendo que é incrível, alucinante, de arrepiar, me senti mais perto dos deuses é inesquecível.
"Nós todos estávamos de pé lá", Franz recorda com admiração, "e foi tipo, 'Olhe para nós. Meu Deus, somos uma tribo!'"

Eles já foram classificados com folk metal, mais seus espetáculos estão mais associados rituais de cura, musical e espiritual para conjurar a selvageria primitiva da era Viking.

"Para se conectar ao que era antes", diz Christopher Juul, "você precisa se desconectar do que é agora". Essa é essencialmente a declaração de missão de Heilung, o projeto hipnótico multimídia do produtor dinamarquês com o vocalista alemão Kai Uwe Faust e a cantora norueguesa Maria Franz.






BRUCE DICKINSON Iron Maiden nunca vai se aposentar


Bruce Dickinson questionado sobre aposentadoria do Iron Maiden, responde:

“Nós poderemos apenas descansar e receber royalties ao invés de trabalhar… Mas isso nunca vai acontecer, porque nunca vamos nos aposentar”.

Essa questão também foi respondida pelo baixista Steve Harris a um jornalista da rádio SiriusXM, Dickinson também foi abordado sobre o tema no talk show espanhol Late Motiv. “Não vejo razão para que a gente decida se aposentar”, disse o vocalista para o apresentador Andreu Buenafuente.

Veja a entrevista publicada no Youtube:


EMBRACE OF SOULS

THE NUMBER OF DESTINY é o primeiro álbum da banda de metal EMBRACE OF SOULS, lançado hoje dia 19.01.2021.

A banda criada com a união do baterista italiano Michele Olmi, ex Chronosfear, Ravenworld, Septum dentre outras, e o vocalista da Rhapsody of Fire, Giacomo Voli.

A ideia básica era construir uma banda sinfônica de power metal reunindo, entre membros regulares e convidados, todo o melhor do power italiano.

Juntaram se a eles Giovanni Paolo Galeotti na guitarra, Xavier Rota do Chronosfear no baixo e Davide Scuteri nos teclados.


Tracklist of THE NUMBER OF DESTINY 

01- ON THE WAY FROM THE PAST

02- NEW_HOPE

03- FROM THE SKY (single lançado em  11.12.20

04- IN THE CASTLE

05 -SHAPE YOUR FATE

06- MY DREAMS

07- PRISON

08- WE'LL MEET AGAIN

09- TO THE END

10- THE NUMBER OF DESTINY  Vídeo lançado hoje 19.02.21

11- WELCOME TO MY HELL

12- IL NUMERO MISTICO

EPITAPH


EPITAPH teve seu inicio em 1969 no então mais badalado clube de música Fantasio, em Dortmund na Alemanha. O Fantasio era vitrine para a mais famosas bandas europeias, onde semanalmente se apresentavam grandes nomes como Black Sabbath, Rory Gallagaher, Yes e Argent.

Sua grande chance veio quando o Jack Dupree cancelou sua aparição no Fantasio e o conhecido pianista de blues Günter Boas entrou com EPITAPH como grupo de apoio.

No inicio da banda ele usavam o nome de Fafin´s Epitaph que mais tarde ficou simplesmente Epitaph. O primeiro disco em 1971 recebeu o mesmo nome da banda, neste disco o segundo guitarrista era Klaus Walz, que saiu e foi formar a banda Jane.

Em 1975 após a Billingsgate Records falir e uma turnê gigantesca planejada pelos Estados Unidos foi cancelada, para não ter que pagar as dívidas de sua gravadora, o Epitaph se separou.

O Epitaph se reuniu em um show ocorreu em 22 de janeiro de 2000 em Unna, no Lindenbrauerei. O show memorável foi um sucesso total e foi lançado em DVD com o título Live at the brewery. Paralelamente, foi lançado o cd resurrection pela Hurricane Records, uma gravação ao vivo desse show, hoje considerado lendário

Epitaph estava de volta! Seguiram-se numerosos concertos e digressões, que deram continuidade aos sucessos anteriores. 

Em 27 de novembro de 2012, Epitaph convidou vários músicos para um grandioso show beneficente no Capitol em Hanover, cidade que foi a segunda casa da banda nos anos 1970 .

Durante esta jornada de três horas através das quatro décadas de história da banda, Bernd Kolbe, Cliff Jackson, Heinz Glass e Achim Poret foram liderados por Klaus Walz (Jane anteriormente Epitaph), Klaus Henatsch (Nektar), Volker Sassenberg (Kingdom-Domain), Tim Reese e Anca Graterol.

A Epitaph tem sido uma referência no negócio do rock por mais de quatro décadas. Mesmo hoje, eles provam repetidamente que não perderam nada de sua magia, sua vitalidade e sua classe ao longo dos anos. Então a história da banda continua!


Mais informações sobre a banda: https://www.epitaph-band.de