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EVIL KING


Evil King é um grupo grego / argentino que toca um metal power progressivo com uma veia melódica e épica. O longa-metragem de estreia 'THE DARK AGE' já está nas plataformas digitais e em poucos dias estará disponível no ELEVATE RECORDS em formato Digipack CD.

Se tivéssemos que definir o som de Evil King certamente os grupos de referência poderiam ser Kamelot e Iron Maiden, mas certamente a origem grega e argentina de seus membros é definitivamente sentida em seu som.

Canções poderosas, mas muito melódicas, solos avassaladores, excelente canto, essas são as características salientes de Evil King, que são certamente um lançamento muito interessante para aqueles que amam o gênero.

Formação:

Pablo Ruiz Díaz - vocais principais
Rizos Spiros (Sinner Guard) - Guitarras
Aero Cristian - Ddrums
Aristofanis Tzaerlis - Bass

Convidados :

Daniel Facci (Fuerza Creciente)
Nahuel García Espinosa (Senhor Divino)
Vincenzo Turitto. (O duelista)
Walter Osedin (Sanguinario)
Santucho Domínguez (Everflow)
Christian Knapp (Hessen)
Ronnie Costa (Projeto Revlin)
Maximiliano Suarez


Link :



THE PROWLERS

 


O novo álbum 'CLOSING CIRCLE' foi lançado em todas as plataformas digitais, e é o quinto da série  da banda italiana de Power metal. 

11 faixas de puro poder melódico que não desprezam incursões agradáveis ​​em Hard Rock e AOR tornando assim o som de The Prowlers ainda mais rico, indo para 'Close The Circle' do que sempre foi sua pesquisa sonora.

Os Prowlers foram formados em 1996 e lançaram quatro álbuns ao longo de sua carreira. CLOSING CIRCLE seu quinto trabalho, o primeiro para ELEVATE RECORDS

A nova formação vê a entrada na formação de Massimo “Reckless Fable” na guitarra


A banda

Fabio Minchillo -Voice

Massimo “Reckless Fable” Canfora - Guitarra

Enrico Sandri - baixo

Claudio “Dr. K ”Cappabianca - Bateria e Voz

Massimiliano “Max” De Stefano - Teclados


Clique no link abaixo e escute o The Prowlers na plataforma de sua preferencia:

https://smarturl.it/mhbsx4

Site oficial:

www.theprowlers.com

Página do Facebook:

www.facebook.com/theprowlersband

SLAP GURU

Slap Guru foi criado com a premissa de que a música pode se tornar um dispositivo de liberação. 

Assim como os antigos mestres Zen, que às vezes recorreram a métodos ásperos para alcançar o Satori (até mesmo esbofeteando o aprendiz), Slap Guru tenta sacudir as entranhas do ouvinte através da linguagem do rock.

Slap Guru formada em fevereiro de 2015, resultado de um longo processo de colaborações musicais entre os vários membros da banda.

Em menos de três meses a banda estreou nos palcos e foi imediatamente para gravar no HeadRoom Studio's (Madrid) o seu primeiro trabalho, Andromeda Relix lançou em 2016.

Desde então, Slap Guru fez shows na Espanha, Itália, França, Suíça, Alemanha, Eslovênia e República Tcheca, compartilhando o palco com bandas importantes da cena do rock psicodélico.

Em outubro de 2018 foi lançado o segundo álbum "Diagrams of Pagan Life "para a gravadora suíça Sixteentimes Music, que recebeu muito boas críticas em diferentes países e que foi promovido com uma turnê europeia.

"Umashi's Odyssey" lançado em junho 2020 é o terceiro álbum de estúdio, álbum conceitual baseado no romance (com o mesmo título) escrito pelo ex guitarrista Alberto Martin Valmorisco. Cada música é um capítulo da história e por essa razão o som ficou muito diferente influências e está repleto de imagens relacionadas ao sonho dimensão. Uma turnê pela Europa central foi agendada para o apresentação, mas infelizmente foi cancelada devido à pandemia da Covid-19.

VOZ/GUITAR: Valerio Willy Goattin

GUITAR: Alberto Martin Valmorisco

BASS: Javier Burgos Labeaga

DRUMS: Jose Medina Portero



ÆTHER


O nome ÆTHER vem do idioma grego, e representa "a real quintessência de toda a energia possível. É o agente universal responsável por toda e qualquer manifestação de energia nos mundos material, psíquico e espiritual. Uma das suas propriedades é o Som (a Palavra, o Verbo)"*. Define-se então a concepção conceitual da banda.

A história do ÆTHER tem início em 1974, na cidade do Rio de Janeiro, quando os amigos Alberto Curi, Vinicius Brazil e Fernando Carvalho, ex-integrantes de bandas extintas, chamaram mais um amigo, Wilaman Jorge e montaram uma nova banda.

A banda teve varias transformações e com Curi nos teclados a banda se tornou um ótima banda progressiva. Começam então as primeiras gravações em estúdio. Com as músicas “Luz Esperança” e “Renascer” banda tem passagem marcante no Rio de Janeiro na Rádio Fluminense FM, especializada em rock, em cuja programação o hit “Renascer” permaneceu frequente por mais de seis meses.

Antes de chegar ao nome atual a banda se chamou Magenta, Rockambole e Albatroz. Foi em 1995, que novamente juntos, Curi, Vinicius e Fernando reformularam a banda e trocaram o nome para ÆTHER.

Após apresentações ao vivo incluindo o RIO ARTROCK FESTIVAL 99, a banda começa a trabalhar na concepção de seu novo álbum, "INNER VOYAGES BETWEEN OUR SHADOWS". Este segundo álbum, lançado em novembro de 2002, contou ainda com a participação de Glauco Fernandes, dessa vez tocando todo um set de cordas, além de solos.

O primeiro álbum, “VISIONS”, é a maturação das sementes plantadas por todos amigos que participaram da banda. O segundo álbum, "INNER VOYAGES BETWEEN OUR SHADOWS" é a confirmação destes conceitos.

Além dos dois projetos autorais, a banda teve participação em dois projetos conjuntos da revista Colossus com a gravadora Musea, ambas europeias, as adaptações musicais da “Odissey” (Odisseia) de Homero, em 2005, e de “Stories of H.P.Lovercraft” com a participação de José Carlos Batista Jr. na bateria.

Com a reformulação da banda em 2014, Adilson Alexandre Jr., oriundo da banda SCARS SOULS, assumiu a batera da ÆTHER. Adilson foi uma indicação do amigo Claudio Dantas, da banda QUATERNA RÉQUIEM.


CELTIC HILLS

 


THE TOMORROW OF OUR SONS, o primeiro single do álbum Mystai Keltoy , lançado em 30 de abril em formato digital e em CD para o Friulian Celtic Hills, é lançado hoje em todas as plataformas digitais.

Junto com a música vem o vídeo O link para ouvir e baixar a música https://smarturl.it/cmwnf8

O CELTIC HILLS começou em 2010, mas apenas em 2020 assinou um contrato de gravação com a Elevate Records com o qual lançou o álbum " Blood over Intents" e o EP "Schrage Musik" ambos em 2020.

Entre 2010 e 2020 lançaram o "capacete Horns fighters "e para a Slovak Music Globalliance, eles saíram em compilações internacionais nos volumes 2,3,4.

Mystai Keltoy, um nome enigmático que alude aos Mistérios Elusianos, contém 11 canções que falam de antigas civilizações alienígenas, pirâmides europeias, lendas e fatos históricos de Friuli, como você já pode adivinhar pela capa do álbum. O álbum foi gravado e produzido na Groove Factory em Udine por Michele Guaitoli,Temperance , Vision of Atlantis, Era. Entre as 11 canções, uma é cantada por Germana Noage, ex-cantora do Aetherna.

A formação do power trio é composta por Simone Cescutti na bateria, Jacopo Novello no baixo e Jonathan Vanderbilt na voz e guitarra. A capa foi pintada à mão por Sheila Franco, a mesma garota que pintou Blood Over Intents, e representa o mito dos antigos visitantes.

‘Mystai Keltoy’ Tracklist:

The Light

Blood is not water

The tommorrow of our sons 

The 7 heads dragon of Osoppo

Landing of the Gods

Already lost

Falling stars

Battle of Frigidum

Eden (sung by Germana Noage)

Temple of love

Alliteratio (sung in Italian)




Vídeos:

Guardian Of 7 Stars https://youtu.be/odGPBPbEK6M

Blood Flows Down  https://youtu.be/9uDHXPp03PE

A Happy Abdicant King https://youtu.be/kLaB9QfVAdU

Forum JulII https://youtu.be/fMFSBhtx24U

Time https://youtu.be/o-DCnVNYsbw

Warpriest https://youtu.be/6kFIovUDn_c


A Celtic Hills é formada por:

Senhor da voz: Jonathan Vanderbilt

Senhor do baixo: Jacopo Novello

Senhor da bateria: Simone Cescutti


BANDA :

https://www.facebook.com/CELTIC-HILLS-OFFICIAL

https://www.n1m.com/celtichills/

https://www.elevate2records.com

PUCKAT banda progressiva do Irã


Em meio a muitas noticias ruins envolvendo o Irã, em minha pesquisa surgiu no resultado esta banda com ótima sonoridade e uma levada muito limpa e envolvente.

Puckat (anteriormente chamada Cullieve) é uma banda de rock progressivo fundada em Teerã em 2016. Já no primeiro ano a banda participou de um festival de música, um festival de gaita em Teerã e tocou duas de suas primeiras músicas, chamada Lazy Cat e Yeehaa After.

O gênero de Puckat inclui principalmente elementos de rock progressivo, pós e alternativo com um sabor ocasional de jazz suave e rock industrial para ajudar a formar e discutir conceitos incorporados às peças oferecidas. A abordagem comum entre os membros da banda é manter os sentimentos e conceitos primeiro e implantar técnicas para dar espírito às idéias e trazê-las a uma existência tangível.

Formação, Mansour Mousavi na guitar, acoustic guitar on all tracks and vocals,  Alireza Beglari  guitar, Amin Vakili, basss e Argam Aristakesian, Drums.







WATERSHAPE

 

Aqui está a capa de YOU ARE NOT, o segundo álbum da Watershape lançado pela Elevate Records em formato LP (Coloured Vinyl) e digitalmente em todas as plataformas.

Watershape toca música progressiva influenciada tanto pelo rock progressivo dos anos 70 (King Crimson, Genesis, Gentle Giant, ...) e pelo metal progressivo moderno (Dream Theater, Pain of Salvation, Opeth, ...) Muito próximo, em alguns aspectos, de o conceito de artistas como Steven Wilson e o Porcupine Tree.

Depois de terem lançado 2 singles e alguns covers, em 2018 é lançado o primeiro álbum intitulado “Perceptions”.

O novo álbum “You Are Not” representa um grande passo em frente no desenvolvimento de um estilo cada vez mais pessoal.

Tracklist:

Enough

The Mistery Man

In The Garden Of Dreams And Grace

Colors Rite

The Endless Journey

Mr. K.

Floating (In The Damp Air)

Timanfaya


Line - Up:

Francesco Tresca (Drummer of Arthemis and ex  Power Quest e Hypnotheticall) 

Mirko Marchesini (Guitar- Sonum and ex Hypnotheticall), 

Mattia Cingano (Bass- ex Hollow Haze), 

Enrico Marchiotto (Keyboards) 

Nicolò Cantele (Voice).

Em breve o primeiro single e vídeo do álbum, enquanto isto vai curtindo a excelente performance de "The puppets gathering"


Links :

www.elevate2records.com

https://www.facebook.com/watershapeband



O dia em que DAVID BOWIE derrubou o muro de Berlim



Berlim

Na véspera do lendário concerto em Berlim, em 1987, David Bowie passou o dia no lado oriental. Não tínhamos a menor ideia do que ele tinha ido fazer lá, do outro lado do muro. Aliás, naquela época, ninguém imaginava que algo, um dia, pudesse demover aquela estrutura de concreto bem armado que dividia o mesmo povo em dois mundos. Muito menos que a queda se desse de forma tão inusitada.

A propósito, desde a fundação da primeira Berlim, em 1237, na parte onde está a ilha dos museus (Museusinsel) e sua fusão, setenta anos depois, com o lado norte do rio Spree, quando se formou a cidade dupla, as histórias que compõe a História das Berlins se dividem em trágicas, cômicas e, também, inusitadas.

Depois de passar por vários distúrbios sociais, acrescidos de pestes, guerras e incêndios, a cidade iniciou sua ascensão quando se tornou capital da Prússia e residência oficial do rei. Friedrich III, que era um reles príncipe, conseguiu a promoção após sua autocoroação, transformando-se em Friedrich I, o rei da Prússia. Mas o cara não estava ali para brincadeira. Iniciou um processo de desenvolvimento da cidade, construindo grandes jardins públicos, avenidas (como a famosa Unter den Linden) e, antes de bater as botas, passou o bastão para outros Friedrichs.

Seus sucessores não só deram continuidade à ambiciosa intenção, como ainda, de lambuja, a transformaram na cidade industrial mais importante da Prússia. Além disso, os investimentos em ciências, artes e cultura fizeram com que Berlim passasse a ser o centro do iluminismo. Por esta razão, pensadores, artistas e arquitetos eram atraídos para lá. Nas décadas posteriores foram construídos por Schinkel edifícios dum classicismo pomposo.

Também Lenné criou jardins públicos de um valor artístico esplendoroso. Não fosse outro ambicioso melar os planos, um cara chamado Napoleão, que invadiu, bateu e mandou prender, a fundação do Império Alemão poderia ter demorado menos. Mesmo assim, em 1871, Berlim se tornou a capital desse império e os Friedrichs, que agora eram Wilhelms, acabaram se metendo numa encrenca das grandes: a primeira guerra mundial, cujo desfecho todos nós conhecemos.

Mas depois da divisão da Alemanha em oriental e ocidental, que resultou na construção daquele muro horroroso que cercava a cidade de Berlim, incrustada no meio da Alemanha oriental, outras histórias passaram a compor a Crônica Alemã. Muitos escritores tiveram que produzir no exílio, outros permaneceram em solo comunista, cujas primeiras produções se baseavam em romances dedicados às tragédias da guerra e, também, temas que idealizavam o universo do trabalhador.

Nos anos 60 a produção literária passou a contar com obras mais realistas, que tentavam superar a dicotomia entre trabalho manual e intelectual. Mas foi Christa Wolf quem tematizou, pela primeira vez, a divisão alemã em O Céu Dividido (1963) e Jurek Becker se dedicou à crítica ao cotidiano da Alemanha oriental.

Na década seguinte ainda haveria o subjetivismo de Sarah Kirsch e Stefan Heyn, mas os anos que antecederam a queda, os não menos tumultuados anos 80, eram tempos em que a roqueira Nina Hagen frequentava um bar chamado Risiko e que o monomotor do jovem Mathias, de apenas 19 anos, pousou em plena praça vermelha, diante do Kremlin, num rasante que decepou as cabeças mais altas dos mais altos generais russos.

Naquela noite de sete de junho, o camaleão do rock subiu ao palco, que tinha como fundo o majestoso parlamento alemão – Reichstag, para fazer história. Eu e outros sessenta mil jovens nos espremíamos naquele gramado da Praça da República para ver e ouvir um Bowie que – presença de palco – parecia ter três metros de altura.

De repente a música parou, começou-se a ouvir um ruído que parecia uma espécie de protesto. A gritaria vinha do outro lado do muro, que ficava imediatamente atrás do Reichstag. No lado oriental, outra multidão ouvia Bowie, mas não podia vê-lo. Aos gritos de “O muro tem que sair” e “Nós também queremos ver”, pessoas eram contidas por soldados que não hesitaram em usar a força para tentar dissipar os fãs, que não se intimidaram.

Nesse instante, Bowie virou-se para o lado do muro e, antes de iniciar a próxima canção, disse: “Essa é pra vocês!”.

Cantou a clássica música que conta a história de dois amantes que se encontram no Muro de Berlim: “Heroes”. Todos nos sentimos heróis por um dia.

Tempos depois, se soube que havia equipamentos (caixas de som) virados, estrategicamente, para o lado oriental e também que no dia anterior, Mr. Bowie, havia se encontrado e articulado o ‘movimento’ com jovens alemães orientais. Ele não tinha ido a passeio.

Naquele dia, o muro começou a cair.

David Bowie Glass Spider tour live full concert 87



POR JARI DA ROCHA, COLABORAÇÃO PARA O TIJOLAÇO · 11/01/2016