28 abril 2021

ATHER


ÆTHER é o Som, a Palavra, o Verbo, define-se então a concepção conceitual da banda

ÆTHER: o Som, a Palavra e o Verbo no Rock Progressivo Brasileiro

A origem do nome e o conceito filosófico da banda

O nome ÆTHER tem origem no idioma grego e representa a quinta-essência, o princípio primordial que concentra toda a energia existente. Na filosofia clássica, o éter é entendido como o agente universal responsável por toda manifestação de energia nos planos material, psíquico e espiritual.
Entre suas propriedades fundamentais estão o Som, a Palavra e o Verbo — conceitos que traduzem com precisão a proposta estética, musical e filosófica da banda, profundamente conectada ao espírito do rock progressivo.

O surgimento do ÆTHER no Rio de Janeiro

A história do ÆTHER começa em 1974, no Rio de Janeiro, quando os amigos Alberto Curi, Vinicius Brazil e Fernando Carvalho, ex-integrantes de bandas já extintas, decidiram iniciar um novo projeto musical. Para completar a formação, convidaram o amigo Wilaman Jorge, dando início à trajetória da banda.

Desde o começo, o grupo demonstrava interesse por composições elaboradas, atmosferas densas e uma abordagem musical que ia além do formato tradicional do rock.

A consolidação como banda de rock progressivo

Ao longo dos anos, o ÆTHER passou por diversas transformações em sua formação. Com Alberto Curi assumindo papel central nos teclados, a banda consolidou-se como uma expressiva representante do rock progressivo nacional, apostando em arranjos complexos, passagens instrumentais extensas e forte carga conceitual.

Nesse período, o grupo iniciou suas primeiras gravações em estúdio, dando forma às ideias que vinham sendo desenvolvidas desde a sua fundação.

Destaque na Rádio Fluminense FM

Com as músicas “Luz Esperança” e “Renascer”, o ÆTHER conquistou grande visibilidade na cena carioca. A banda teve passagem marcante pela Rádio Fluminense FM, emissora histórica e fundamental para o rock brasileiro.

O destaque ficou por conta de “Renascer”, que se tornou um verdadeiro hit na programação da rádio, permanecendo no ar por mais de seis meses consecutivos, algo significativo para uma banda de rock progressivo no Brasil.

As mudanças de nome até a identidade definitiva

Antes de adotar o nome ÆTHER, a banda passou por outras denominações, como Magenta, Rockambole e Albatroz.

Foi em 1995, com a reunião de Curi, Vinicius e Fernando, que o grupo passou por uma reformulação definitiva e assumiu o nome ÆTHER, sintetizando de forma clara sua identidade artística e conceitual.

Visions: o primeiro álbum e o início da maturidade artística

O álbum de estreia, Visions, representa a maturação das sementes plantadas ao longo dos anos por todos os músicos que passaram pelo ÆTHER. O disco apresenta a base estética da banda, marcada pela fusão entre técnica, emoção e reflexão filosófica.

Inner Voyages Between Our Shadows: expansão e confirmação

Após uma série de apresentações ao vivo — incluindo a participação no Rio ArtRock Festival 99 — a banda iniciou o processo criativo de seu segundo álbum, Inner Voyages Between Our Shadows, lançado em novembro de 2002.

O trabalho contou com a participação especial de Glauco Fernandes, responsável por um sofisticado set de cordas, além de solos que enriqueceram ainda mais a sonoridade do disco. Este álbum confirmou de forma definitiva os conceitos musicais e filosóficos do ÆTHER, expandindo suas possibilidades criativas.

Projetos internacionais e colaborações especiais

Além dos dois álbuns autorais, o ÆTHER participou de importantes projetos colaborativos internacionais, ligados à revista Colossus e à gravadora europeia Musea.

Em 2005, a banda integrou:

  • a adaptação musical de The Odyssey, de Homero

  • e Stories of H.P. Lovecraft, este último com a participação de José Carlos Batista Jr. na bateria

Esses projetos reforçaram o alcance internacional e o prestígio artístico do grupo.

Nova formação e continuidade do legado

Em 2014, o ÆTHER passou por uma nova reformulação. Adilson Alexandre Jr., vindo da banda Scars Souls, assumiu a bateria do grupo. Sua entrada ocorreu por indicação de Claudio Dantas, da banda Quaterna Réquiem, trazendo novo vigor e solidez à formação.

O legado do ÆTHER no rock progressivo brasileiro

Ao longo de sua trajetória, o ÆTHER construiu uma obra marcada pela sofisticação musical, pela busca espiritual e pela fidelidade ao espírito do rock progressivo. A banda permanece como um nome relevante dentro do cenário progressivo brasileiro, mantendo viva a essência do Som, da Palavra e do Verbo.



20 abril 2021

CELTIC HILLS

Celtic fala de antigas civilizações alienígenas e pirâmides europeias



CELTIC HILLS falam de antigas civilizações alienígenas, pirâmides europeias e lendas



Celtic Hills é uma banda de metal da Itália. Eles foram formados em 2008 e estão atualmente ativos.

Sua música mistura elementos de morte melódica, thrash e power metal. A banda se inspira em temas como guerra, história de Friuli Venezia-Giulia, vida, natureza e até alienígenas.

Eles assinaram com a Elevate Records e lançaram vários álbuns e faixas de compilação.

THE TOMORROW OF OUR SONS, o primeiro single do álbum Mystai Keltoy , lançado em 30 de abril em formato digital e em CD para o Friulian Celtic Hills, é lançado hoje em todas as plataformas digitais.

Com a música vem o vídeo, o link para ouvir e baixar a música https://smarturl.it/cmwnf8

O CELTIC HILLS começou em 2010, mas apenas em 2020 assinou um contrato de gravação com a Elevate Records, com o qual lançou o álbum, Blood over Intents e o EP, Schrage Musik, ambos em 2020.

Entre 2010 e 2020 lançaram o capacete Horns fighters e para a Slovak Music Globalliance, eles saíram em compilações internacionais nos volumes 2,3,4.

Mystai Keltoy, um nome enigmático que alude aos Mistérios Elusianos, contém 11 canções que falam de antigas civilizações alienígenas, pirâmides europeias, lendas e fatos históricos de Friuli, como você já pode adivinhar pela capa do álbum.

O álbum foi gravado e produzido na Groove Factory em Udine por Michele Guaitoli,Temperance, Vision of Atlantis, Era. Entre as 11 canções, uma é cantada por Germana Noage, ex-cantora do Aetherna.

A formação do power trio é composta por Simone Cescutti na bateria, Jacopo Novello no baixo e Jonathan Vanderbilt na voz e guitarra.
A capa foi pintada à mão por Sheila Franco, a mesma garota que pintou Blood Over Intents, e representa o mito dos antigos visitantes.

Mystai Keltoy, Tracklist:

The Light
Blood is not water
The tommorrow of our sons
The 7 heads dragon of Osoppo
Landing of the Gods
Already lost
Falling stars
Battle of Frigidum
Eden, sung by Germana Noage
Temple of love
Alliteratio, sung in Italian

A Celtic Hills é formada por:

Senhor da voz: Jonathan Vanderbilt
Senhor do baixo: Jacopo Novello
Senhor da bateria: Simone Cescutti


15 março 2021

WATERSHAPE

Watershape-Album-You-Are-Not


Watershape: Rock Progressivo Moderno com Alma dos Anos 70

A Watershape é uma daquelas bandas que mostram como o rock progressivo continua evoluindo sem perder suas raízes.

Vinda da Itália, o grupo combina com habilidade a sofisticação do prog clássico dos anos 1970 com a energia e a intensidade do metal progressivo contemporâneo. 

Desde sua formação, em 2014, a banda vem construindo uma identidade própria, apostando em músicas elaboradas, conceitos bem trabalhados e uma sonoridade capaz de agradar tanto aos admiradores do passado quanto aos ouvintes mais modernos.

Quem aprecia os universos musicais de King Crimson, Genesis e Gentle Giant certamente encontrará elementos familiares na música da Watershape.

Ao mesmo tempo, fãs de Dream Theater, Opeth, Pain of Salvation e Porcupine Tree também têm muitos motivos para prestar atenção nesse grupo que vem ganhando espaço na cena progressiva europeia.

A origem da Watershape e a experiência de seus integrantes

A história da banda começou pelas mãos do baterista Francesco Tresca, músico já conhecido no cenário do rock e do metal progressivo por sua passagem por grupos como Arthemis, Power Quest e Hypnotheticall.

Sua experiência foi fundamental para definir os primeiros passos e a direção artística da Watershape.

Ao seu lado, reuniram-se músicos igualmente talentosos e experientes. O guitarrista Mirko Marchesini trouxe sua técnica refinada e sua habilidade para criar riffs marcantes e solos cheios de personalidade.

No baixo, Mattia Cingano acrescentou linhas criativas e precisas, enquanto Enrico Marchiotto assumiu os teclados, contribuindo decisivamente para as atmosferas densas e envolventes que caracterizam o som da banda.

Completando a formação, o vocalista Nicolò Cantele adiciona emoção e intensidade às composições, interpretando as letras com sensibilidade e reforçando o caráter conceitual presente em grande parte do repertório.

A combinação dessas diferentes experiências resultou em uma banda surpreendentemente madura desde seus primeiros trabalhos, algo perceptível já nas primeiras músicas lançadas.

Entre o prog clássico e o metal progressivo moderno

A música da Watershape demonstra claramente o respeito que seus integrantes têm pelos grandes nomes do rock progressivo.

As influências de King Crimson, Genesis e Gentle Giant aparecem nas estruturas complexas das composições, nas constantes mudanças de andamento e na valorização dos momentos instrumentais.

Mas a banda não vive apenas de referências ao passado. O peso das guitarras, a dinâmica das seções rítmicas e a intensidade emocional de suas músicas também revelam fortes conexões com o metal progressivo contemporâneo, especialmente com grupos como Dream Theater, Opeth e Pain of Salvation.

Em vários momentos, a sonoridade da Watershape também remete ao trabalho de Steven Wilson e do Porcupine Tree, principalmente na construção de atmosferas introspectivas e melancólicas.

É aquele tipo de música que recompensa o ouvinte atento, revelando novos detalhes a cada audição.

Os primeiros lançamentos e a chegada de Perceptions

Antes de lançar seu primeiro álbum completo, a banda apresentou alguns singles e versões de músicas conhecidas, que serviram como uma excelente introdução ao seu universo musical.

Mesmo nesses registros iniciais, já era possível perceber a preocupação com a qualidade dos arranjos, a construção de uma identidade própria e o desenvolvimento de conceitos bem definidos.

Essa proposta ganhou forma definitiva em 2018 com o lançamento de Perceptions, o álbum de estreia da Watershape.

O trabalho explora a ideia de que cada pessoa vivencia e interpreta a música de maneira única, influenciada por suas emoções, memórias e experiências pessoais.

Musicalmente, o disco apresenta uma rica variedade de climas e emoções. Há passagens pesadas e sombrias, momentos contemplativos e delicados, além de mudanças constantes que mantêm o interesse do ouvinte do começo ao fim.

É um álbum que revela novas camadas a cada audição, tornando-se mais interessante com o passar do tempo.

Reconhecimento da crítica e crescimento nos palcos

O lançamento de Perceptions foi recebido de forma bastante positiva pela crítica especializada.

O álbum foi elogiado pela maturidade das composições, pela qualidade técnica dos músicos e pela forma coesa com que desenvolve seu conceito.

A divulgação do trabalho levou a Watershape aos palcos durante os anos de 2018 e 2019.

Nesse período, a banda teve a oportunidade de dividir apresentações com nomes importantes da cena progressiva e do metal, como Claudio Simonetti’s Goblin e Secret Sphere.

Essas experiências ajudaram o grupo a ampliar sua visibilidade e fortalecer sua reputação dentro do cenário progressivo europeu.

You Are Not: um novo passo na evolução da banda

Em 2020, a Watershape concluiu a produção de seu segundo álbum, You Are Not. O novo trabalho representa uma etapa importante na trajetória da banda, evidenciando uma identidade artística ainda mais definida e madura.

Enquanto Perceptions explorava diferentes formas de percepção e interpretação da realidade, You Are Not mergulha em questões mais profundas e existenciais, refletindo um momento de maior introspecção criativa.

A complexidade musical continua presente, mas agora acompanhada por uma confiança ainda maior na construção das composições.

O álbum foi lançado pela Elevate Records, chegando às plataformas digitais e também ao mercado físico.

Entre as edições disponíveis, destaca-se uma versão especial em vinil colorido, item bastante desejado pelos colecionadores e apreciadores do formato.

Watershape: uma aposta segura para os fãs de rock progressivo

A trajetória da Watershape mostra que o rock progressivo continua encontrando novas formas de se reinventar.

A banda consegue equilibrar tradição e modernidade com naturalidade, criando músicas que dialogam tanto com os admiradores dos clássicos quanto com quem busca algo contemporâneo e emocionalmente envolvente.

Em uma época em que muitos grupos procuram apenas repetir fórmulas consagradas, a Watershape demonstra personalidade e criatividade suficientes para trilhar seu próprio caminho.

Por isso, merece atenção especial de qualquer fã que valorize música feita com técnica, sensibilidade e, acima de tudo, autenticidade.


17 fevereiro 2021

ALL LITTLE LIES

All Little Lies: A Jornada da Banda Americana no Rock Alternativo



All Little Lies é uma banda de Rock Alternativo


O álbum “CollaterALL”, lançado em janeiro de 2020, marcou o início de uma emocionante jornada musical para a banda All Little Lies. Vamos explorar mais informações e curiosidades sobre essa banda envolvente.

All Little Lies é uma banda de Rock Alternativo que rapidamente conquistou os corações dos fãs com sua sonoridade única e letras cativantes. Mas como surgiu o nome dessa banda envolvente?


Vamos explorar a história por trás do nome


  • Origem do Nome:


    • All Little Lies (ou simplesmente ALL, como carinhosamente é conhecida) escolheu esse nome com significado profundo.

    • A expressão “All Little Lies” traduz-se como “todas as pequenas mentiras”. Ela representa a complexidade das relações humanas, onde pequenas mentiras, omissões e segredos podem moldar nossa jornada.

    • A banda quer transmitir a ideia de que, mesmo nas aparências mais sinceras, sempre há algo oculto, algo não dito. Essa dualidade entre verdade e mentira é o cerne da experiência humana.



  • Formação da Banda:


    • Gioele Nardozi assume as guitarras, enquanto Lucio Troiani comanda as baquetas com maestria.

    • Stefano Boccia dá vida ao som com seu baixo pulsante.

    • Milena Cervi empresta sua poderosa voz aos vocais.

    • Por fim, Cristian Del Vecchio complementa a formação com sua habilidade na guitarra.



  • Álbum “CollaterALL”:


    • O primeiro álbum da banda, “CollaterALL”, lançado em janeiro de 2020, consolidou a All Little Lies como uma das revelações do cenário musical.

    • Sua sonoridade enérgica e versátil atravessa diferentes gêneros musicais, sempre buscando originalidade e heterogeneidade em suas composições.

  • Essência do Rock Alternativo:

    • All Little Lies é uma banda de Rock Alternativo que rapidamente conquistou os corações dos fãs com sua sonoridade única e letras cativantes.

    • Sua música é uma mistura de influências que abrange desde o rock clássico até elementos modernos, criando uma experiência musical envolvente e emocionante.


  • Novo Single: “We Be Fine”:

    • O mais recente single da All Little Lies, intitulado “We Be Fine”, foi lançado em 15 de fevereiro de 2021.

    • O novo single da banda carrega consigo uma mensagem de esperança em meio à pandemia global. Essa música expressa o desejo de um retorno à normalidade e à alegria da vida cotidiana. Fique atento às redes sociais da banda para mais informações e aproveite para conhecer outras pérolas musicais que eles têm a oferecer.

    • Essa emocionante música não apenas marca um novo capítulo na jornada da banda, mas também o início de uma colaboração promissora com a gravadora Elevate Records.

    • Além da música, a banda preparou um vídeo exclusivo para acompanhar o lançamento de “We Be Fine”, utilizando a técnica Collage Stop Motion, criando uma experiência audiovisual única e envolvente.


Mensagem de Esperança

“We Be Fine” transcende a música; é uma mensagem de esperança em meio à pandemia global.

Sua letra ressoa com muitos que enfrentam tempos difíceis, expressando o desejo de um retorno à normalidade e à alegria da vida cotidiana.

  • Formação da Banda:

    • All Little Lies é composta por músicos talentosos:

      • Gioele Nardozi e Cristian Del Vecchio lideram nas guitarras.

      • Lucio Troiani comanda as baquetas com maestria.

      • Stefano Boccia oferece uma base sólida com seu baixo pulsante.

      • Milena Cervi empresta sua poderosa voz aos vocais.


Sucesso e Reconhecimento: “CollaterALL”:

    • O primeiro álbum da banda, “CollaterALL”, lançado em janeiro de 2020, consolidou a All Little Lies como uma das revelações do cenário musical.

    • Sua sonoridade enérgica e versátil atravessa diferentes gêneros musicais, sempre buscando originalidade e heterogeneidade em suas composições.

Músicas Famosas

All Little Lies é uma banda de Rock Alternativo que rapidamente conquistou os corações dos fãs com sua sonoridade única e letras cativantes.

Além do novo single “We Be Fine”, que carrega consigo uma mensagem de esperança em meio à pandemia global, a banda tem outras músicas notáveis. Vamos explorar algumas delas:

  1. “Cold Little Heart”:

    • Essa música é do cantor Michael Kiwanuka e foi apresentada na trilha sonora da série Big Little Lies.

    • Ela tem uma atmosfera envolvente e emocional, perfeita para os fãs de rock alternativo.

  2. “Dreams”:

    • Originalmente da banda Fleetwood Mac, essa canção é um clássico do rock.

    • A voz marcante de Stevie Nicks e a melodia cativante fazem dela uma escolha icônica.

  3. “Harvest Moon”:

    • Essa música é do lendário Neil Young.

    • Sua vibe suave e nostálgica é uma joia do rock alternativo.

  4. “It’s Now Or Never”:

    • Uma interpretação emocional do rei do rock, Elvis Presley.

    • Essa música é uma mistura de paixão e melodia.

  5. “Super Rich Kids”:

    • Uma faixa do talentoso Frank Ocean.

    • Sua abordagem única ao rock alternativo a torna memorável.

  6. “River”:

    • Leon Bridges nos presenteia com essa canção soulful.

    • Ela combina elementos do rock com uma sensibilidade moderna.

  7. “Victim Of Love”:

    • Uma música poderosa do saudoso Charles Bradley.

    • Sua voz apaixonada e a energia do rock alternativo se destacam.

Essas músicas são apenas algumas das pérolas musicais da All Little Lies.


All Little Lies, cuja sigla é ALL, seu estilo enérgico que varia entre vários gêneros musicais.

Vamos explorar suas influências

  1. “Little Lies”:

    • A banda All Little Lies pode ter encontrado inspiração no sucesso da canção “Little Lies” da banda Fleetwood Mac.

    • Essa música, lançada em 1987 como parte do álbum “Tango in the Night”, foi composta pela tecladista e vocalista da banda, Christine McVie, e seu então marido, Eddy Quintela.

    • “Little Lies” é uma mistura de soft rock e synthpop, e até hoje é lembrada como um clássico dos anos 80.

  2. Versatilidade Musical:

    • A sonoridade da All Little Lies atravessa diferentes influências musicais.

    • Eles podem ter absorvido elementos do rock clássico, bem como de outras correntes contemporâneas.

    • Essa diversidade contribui para a originalidade e heterogeneidade em suas composições.

  3. Atitude Rock’n’Roll:

    • A banda é conhecida por sua atitude rock’n’roll e por divulgar a cultura do rock.

    • Além de suas próprias influências, eles podem ter explorado uma variedade de estilos para criar sua identidade musical única.

Fique atento às redes sociais da banda para mais informações e aproveite para conhecer outras pérolas musicais que eles têm a oferecer! 


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Link: Facebook: https://www.facebook.com/alllittlelies

Link: para plataformas digitais: https://smarturl.it/xhstzs