Guitarrista e compositor Mdou Moctar do Níger é da etnia tuaregue
Afrique Victime, sétimo disco do guitarrista e compositor Mdou Moctar do Níger, da etnia tuaregue.
Mdou Moctar que dá o nome a banda, é o nome artístico de Mahamadou Souleymane, que na infância transformou aros de bicicleta em um instrumento para aprender a tocar guitarra.
A banda traz os cânticos africanos embalado com o Rock Alternativo do Ocidente e a psicodélica dos sons da era Woodstock, e como no blues apresenta em letra as lamentações de um povo sofrido.
Letra da música título do disco Afrique Victime:
África, vítima de tantos crimes
Se nos calarmos, nos dizimam
Por que será? Por que isso acontece?
Digam-me porque é assim?
Da prisão ao prêmio Nobel eles só cederam a Mandela
África, vítima de tantos crimes
Se nos calarmos, nos dizimam
Por que será? Por que isso acontece?
O vento nascido na Tunísia invadiu toda a Arábia
África, vítima de tantos crimes
Se nos calarmos, nos dizimam
Por que será? Por que isso acontece?
Ó, Kadafi, você partiu e a quem confiou seu continente africano?
GENESIS álbum Selling England by the Pound lançado há 49 anos
Hoje, celebramos o aniversário de um álbum icônico que marcou uma era na história do rock progressivo.
Há exatamente 49 anos, em 13 de outubro de 1973, a lendária banda britânica Genesis lançava o seu quinto álbum de estúdio, intitulado "Selling England by the Pound".
Com sua combinação única de letras profundas, arranjos complexos e uma musicalidade excepcional, o álbum alcançou a terceira posição nas paradas do Reino Unido na época do seu lançamento.
No entanto, ao longo dos anos, ele ganhou reconhecimento e se tornou uma verdadeira joia na coroa da música progressiva.
Uma das conquistas notáveis de "Selling England by the Pound" ocorreu em 1990, quando o álbum foi certificado como disco de ouro nos Estados Unidos.
Essa conquista demonstrou a crescente popularidade da banda além das fronteiras do Reino Unido, solidificando seu status como uma das principais influências do gênero.
Genesis alçou novo patamar com "Selling England by the Pound"
Com seu estilo único, o Genesis elevou o rock progressivo a um novo patamar. "Selling England by the Pound" colocou-os no mesmo patamar de outras bandas lendárias do gênero, como King Crimson, Yes, Pink Floyd e Emerson, Lake & Palmer.
A complexidade das letras, a instrumentação virtuosa e a habilidade de contar histórias por meio da música solidificaram a posição do Genesis como uma força criativa única no cenário musical.
Ao longo das faixas do álbum, somos transportados para uma jornada sonora que abrange desde a sátira social em "I Know What I Like (In Your Wardrobe)", até a atmosfera misteriosa e épica de "The Cinema Show".
Cada música é uma obra-prima em si, mostrando o virtuosismo e a criatividade dos membros da banda.
"Selling England by the Pound" não apenas conquistou o coração dos fãs do rock progressivo, mas também ganhou reconhecimento generalizado da crítica musical.
Seu impacto e legado continuam a ecoar até os dias de hoje, inspirando gerações de músicos e ouvintes.
Portanto, neste 49º aniversário de "Selling England by the Pound", convidamos você a mergulhar nessa obra-prima do rock progressivo.
Deixe-se envolver pela musicalidade exuberante, pelas letras inteligentes e pelas melodias hipnotizantes que fazem deste álbum um tesouro atemporal.
Celebremos a contribuição inestimável do Genesis para a música e aproveitemos essa viagem musical que nos transporta para uma era de ouro do rock progressivo.
Hoje, a homenagem do Atitude Rock’n’Roll vai para um dos marcos mais importantes da história da música, um disco que redefiniu limites e abriu novas possibilidades artísticas dentro do rock.
Em 10 de outubro de 1969, o mundo conheceu um álbum revolucionário, um trabalho que deixaria uma marca profunda e definitiva no rock progressivo: In The Court Of The Crimson King, o álbum de estreia do King Crimson. Passados 56 anos, sua força artística, ousadia sonora e impacto cultural permanecem absolutamente intactos.
Uma das capas mais marcantes do rock progressivo
Enquanto mergulhamos nas faixas extraordinárias deste álbum, é impossível não destacar a capa icônica que o acompanha — uma das imagens mais reconhecíveis da história do rock.
A arte foi criada por Barry Godber, um talentoso analista de sistemas que, curiosamente, nunca havia se dedicado profissionalmente à pintura. In The Court Of The Crimson King acabou sendo sua única obra artística, o que torna essa criação ainda mais singular.
Infelizmente, o destino foi cruel com Godber. Em fevereiro de 1970, apenas quatro meses após o lançamento do disco, ele faleceu aos 24 anos, sem chegar a testemunhar a dimensão histórica que sua arte alcançaria. Sua morte prematura envolveu a capa do álbum em uma aura de mistério e melancolia.
Mesmo assim, sua contribuição tornou-se eterna. A expressividade quase perturbadora do rosto estampado na capa traduz perfeitamente a intensidade emocional e musical contida no disco, consolidando-se como um símbolo definitivo do rock progressivo.
Robert Fripp, líder do King Crimson, chegou a afirmar que o álbum sempre seria reconhecido por sua capa e que não havia necessidade de qualquer título impresso na parte frontal. A decisão, ousada e inovadora, reforçou o impacto visual e permitiu que a música falasse por si mesma.
Um marco definitivo na cena do rock progressivo
Com o lançamento de In The Court Of The Crimson King, a crítica inglesa reconheceu rapidamente o King Crimson como uma força criativa singular. Muitos apontaram que a banda não apenas dialogava com trabalhos de grupos como Procol Harum, Traffic e Pink Floyd, mas também elevava esse caminho a um novo patamar.
O álbum tornou-se um dos grandes catalisadores do rock progressivo nos anos 1970, ajudando a definir os contornos do gênero. Sua proposta ia muito além do formato tradicional do rock, incorporando estruturas complexas, mudanças abruptas de andamento e uma abordagem artística ambiciosa.
Faixas como “21st Century Schizoid Man”, “Epitaph” e a faixa-título “In The Court Of The Crimson King” apresentaram ao mundo uma sonoridade densa e sofisticada, marcada pelo virtuosismo instrumental, arranjos intrincados e uma fusão única entre rock, jazz e música clássica.
Mais do que um simples álbum de estreia, In The Court Of The Crimson Kingabriu caminho para uma nova era da música progressiva. Sua influência atravessou décadas, ecoando em bandas, músicos e ouvintes que continuam a descobrir — ou redescobrir — sua grandeza.
Um legado que atravessa o tempo
Hoje, celebramos não apenas um disco histórico, mas também o talento visionário do King Crimson e a arte imortal de Barry Godber. Juntos, música e imagem formam uma obra que transcende gerações.
Após 56 anos, In The Court Of The Crimson King permanece como um testemunho do poder transformador da música, da ousadia artística e da capacidade que a arte tem de ultrapassar o tempo, continuando a inspirar músicos e apaixonados por rock em todo o mundo.
Aka Oswald Spann criou Ozzy S banda de Hard Rock da Alemanha
Seu único álbum foi o Follow The Rainbow de 1994, da banda Ozzy S que era formada por, Aka Oswald Spann nos Vocais, Rüdiger Veith nas Guitarras, Frank Meiereder teclados, baixo e bateria, Helmut Frey Back vocal.
Depois do Ozzy S, Oswald Spann continuou fazendo música, mas agora como produtor musical de outras brandas.
Em 2019 se tornou ator participando do Grünwalds Freitag Comedy, Dahoam is Dahoam, na página de oswaldspann.de/Ueber-mich/ você encontra todas a músicas lançadas por Spann.
Klaus Schulze tecladista, baterista, compositor, produtor e intérprete
Ativo na música eletrônica desde 1967, ele fazia muita experiência com teclados eletrônicos e sintetizadores, ele influenciou o rock alemão e internacional. Klaus faleceu aos 74 anos de idade na terça-feira, 26 de abril de 2022.
Precursor e motor do space rock alemão, é um dos primeiros músicos a experimentar o novo instrumento que é o sintetizador, do qual utiliza brilhantemente vários modelos.
Ao introduzir a percussão eletrônica em sua música, ele se tornou com KRAFTWERK o grande pioneiro da música totalmente eletrônica, e com TANGERINE DREAM o principal artista da corrente de música flutuante muito popular na Europa desde 1975.
Produtivo, Schulze caminha pouco a pouco para uma música original que integra ópera alemã, ritmos e sons estranhos enquanto na década de 1990 desenvolve-se um culto de seu trabalho entre músicos de techno, trance e toda a música ambiente em voga.
Álbuns masterizados THE PIPER AT THE GATES OF DAWN e A SAUCERFUL OF SECRETS
THE PIPER AT THE GATES OF DAWN
O álbum de estreia do Pink Floyd foi lançado em 1967, com a formação original de Syd Barrett, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason. Remasterizado em 2017 a partir das fitas analógicas MONO originais de James Guthrie, Joel Plante e Bernie Grundman, lançadas em vinil pesado de 180 gramas.
A SAUCERFUL OF SECRETS
Prensado em vinil de 180 gramas. Apresentando clássicos como, Set the Controls For The Heart Of The Sun, Remember a Day e Jugband Blues, A Saucerful of Secrets é o único álbum a apresentar os cinco membros da banda: Roger Waters no baixo e vocais, Richard Wright nos teclados e vocais, Nick Mason na bateria, Syd Barrett e David Gilmour na guitarra e vocais.
A Banda ELECTRONOMICON cria hard rock melódico clássico dos anos 80
A banda Electronomicon cria hard rock melódico clássico dos anos 80.
Seu álbum The Age of Lies é uma mistura envolvente, variando desde a agressiva "Song of Hate" até a suave balada "One Day".
A história do álbum gira em torno de uma mente perturbada que finalmente encontra paz. É interessante ver como eles conseguem combinar elementos do metal tradicional com melodias interessantes.
Os membros da banda residem em três países diferentes, o que lhes dá uma vasta gama de oportunidades de exposição. Valdez reside na Espanha. Rodriguez mora na Argentina.
Emerson & Bryant são dos EUA. A banda nasceu no final de 2007 e lançou vários álbuns, incluindo o líder das paradas Unleashing the Shadows. UTS apareceu em algumas das maiores revistas de Metal do mundo.
O álbum ficou em 7º lugar na revista BurrN do Japão ao lado de Metallica, Motorhead, RUSH, KISS, Dream Theater, Scorpions e outros.
A banda também foi destaque na Metal Hammer Magazine, This is Rock Magazine, Rock Hard Magazine, Fireworks Magazine e muito mais.
A banda já se apresentou em clubes, bem como em grandes festivais de rock nas Américas do Sul e do Norte.
Electronomicon foi considerado o ato mais promissor pelos representantes da AEG após sua performance em 2016 no Rocklahoma, que contou com Scorpions, SIXX AM, Rob Zombie, Megadeth e Disturbed.
A banda já trabalhou com o produtor de platina Beau Hill / Alice Cooper e o cinegrafista Stosh Jarecki - Rotary Films / Rob Halford, VH-1.
Evil King grupo grego e argentino que toca Metal Power Progressivo
A banda tem uma veia melódica e épica. A estreia de THE DARK AGE já está nas plataformas digitais e em poucos dias estará disponível no ELEVATE RECORDS em formato Digipack CD.
Se tivéssemos que definir o som de Evil King certamente os grupos de referência poderiam ser Kamelot e Iron Maiden, mas certamente a origem grega e argentina de seus membros é definitivamente sentida em seu som.
Canções poderosas, mas muito melódicas, solos avassaladores, excelente canto, essas são as características salientes de Evil King, que são certamente um lançamento muito interessante para aqueles que amam o gênero.
Slap Guru sacude as entranhas do ouvinte através da linguagem do rock
Slap Guru foi criado com a premissa de que a música pode se tornar um dispositivo de liberação.
Assim como os antigos mestres Zen, que às vezes recorreram a métodos ásperos para alcançar o Satori, até mesmo esbofeteando o aprendiz, Slap Guru tenta sacudir as entranhas do ouvinte através da linguagem do rock.
Slap Guru formada em fevereiro de 2015, resultado de um longo processo de colaborações musicais entre os vários membros da banda.
Em menos de três meses a banda estreou nos palcos e foi imediatamente para gravar no HeadRoom Studios, Madrid, o seu primeiro trabalho, Andromeda Relix lançou em 2016.
Desde então, Slap Guru fez shows na Espanha, Itália, França, Suíça, Alemanha, Eslovênia e República Tcheca, compartilhando o palco com bandas importantes da cena do rock psicodélico.
Em outubro de 2018 foi lançado o segundo álbum, Diagrams of Pagan Life, para a gravadora suíça Sixteentimes Music, que recebeu muito boas críticas em diferentes países e que foi promovido com uma turnê europeia.
Umashi's Odyssey lançado em junho 2020 é o terceiro álbum de estúdio, álbum conceitual baseado no romance, com o mesmo título, escrito pelo ex guitarrista Alberto Martin Valmorisco.
Cada música é um capítulo da história e por essa razão o som ficou muito diferente e está repleto de imagens relacionadas ao sonho dimensão.
Uma turnê pela Europa central foi agendada para a apresentação, mas infelizmente foi cancelada devido à pandemia da Covid-19.
Celtic fala de antigas civilizações alienígenas e pirâmides europeias
Celtic Hills é uma banda de metal da Itália. Eles foram formados em 2008 e estão atualmente ativos.
Sua música mistura elementos de morte melódica, thrash e power metal. A banda se inspira em temas como guerra, história de Friuli Venezia-Giulia, vida, natureza e até alienígenas.
Eles assinaram com a Elevate Records e lançaram vários álbuns e faixas de compilação.
THE TOMORROW OF OUR SONS, o primeiro single do álbum Mystai Keltoy , lançado em 30 de abril em formato digital e em CD para o Friulian Celtic Hills, é lançado hoje em todas as plataformas digitais.
O CELTIC HILLS começou em 2010, mas apenas em 2020 assinou um contrato de gravação com a Elevate Records, com o qual lançou o álbum, Blood over Intents e o EP, Schrage Musik, ambos em 2020.
Entre 2010 e 2020 lançaram o capacete Horns fighters e para a Slovak Music Globalliance, eles saíram em compilações internacionais nos volumes 2,3,4.
Mystai Keltoy, um nome enigmático que alude aos Mistérios Elusianos, contém 11 canções que falam de antigas civilizações alienígenas, pirâmides europeias, lendas e fatos históricos de Friuli, como você já pode adivinhar pela capa do álbum.
O álbum foi gravado e produzido na Groove Factory em Udine por Michele Guaitoli,Temperance, Vision of Atlantis, Era. Entre as 11 canções, uma é cantada por Germana Noage, ex-cantora do Aetherna.
A formação do power trio é composta por Simone Cescutti na bateria, Jacopo Novello no baixo e Jonathan Vanderbilt na voz e guitarra.
A capa foi pintada à mão por Sheila Franco, a mesma garota que pintou Blood Over Intents, e representa o mito dos antigos visitantes.
Mystai Keltoy, Tracklist:
The Light Blood is not water The tommorrow of our sons The 7 heads dragon of Osoppo Landing of the Gods Already lost Falling stars Battle of Frigidum Eden, sung by Germana Noage Temple of love
Alliteratio, sung in Italian
A Celtic Hills é formada por:
Senhor da voz: Jonathan Vanderbilt Senhor do baixo: Jacopo Novello Senhor da bateria: Simone Cescutti