27 novembro 2019

LILIAC vida longa ao RocknRoll

Liliac, juventude, energia e atitude do RocknRoll, eles estão aqui



Liliac, que em romeno significa morcego-vampiro



Liliac, que em romeno significa morcego-vampiro



Vendo esta garotada tocando suas musicas e fazendo cover das melhores bandas de rock, me dá a certeza que o Rock é eterno.

Na postagem fiz questão de colocar eles tocando Ozzy ao vivo no Pier de Santa Monica para todos ter uma ideia de como eles mandam muito bem deste do inicio da carreira.

Como a Melody cantora da banda decidiu cantar depois que escutou Dio cantar, coloquei eles tocando Rainbow in the Dark para ver a potencia que a menina tem.

Liliac, que em romeno significa morcego-vampiro, foi o nome escolhido pela jovem família Rock Band de Downey, CA, EUA.

Uma banda familiar de 5 irmãos, composta por todos os irmãos, com idades entre 20 e 12 anos, está junto há cinco anos, começou com uma apresentação de rua no píer de Santa Monica e agora está em turnê nacional nos principais palcos!

O pai, um produtor musical que viu o talento em todos os seus cinco filhos, começou a banda. Seus videoclipes estão se tornando virais no Youtube e em todas as plataformas sociais, com milhões de visualizações.

Eles conquistaram fãs de todo o mundo e já estiveram no Melhor do Mundo da CBS. O Liliac lançou seu primeiro álbum original, Chain of Thorns, que consiste em 6 músicas de peso.

Com a juventude, energia e atitude do Rock, você ouvirá falar muito sobre a banda porque eles estão aqui para impactar o mundo !!







01 agosto 2016

WATERS e GILMOUR reunião do PINK FLOYD

O Álbum The Endless River é Considerado o Caça-níquel do Pink Floyd


Um disco com novas composições não só retomaria o processo criativo da dupla como também apagaria a impressão de caça-níquel de The Endless River.



Um disco com novas composições não só retomaria o processo criativo da dupla como também apagaria a impressão de caça-níquel de The Endless River.

Os fãs do Pink Floyd têm motivos de sobra para estarem esperançosos. É que os rumores de uma reunião entre Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason, que culminaria com uma turnê mundial, teria início no final do próximo ano.

Uma fonte do site britânico Media Mass garantiu que os três vêm se encontrando em segredo, em um estúdio, e já teriam oito composições gravadas.

As coisas estão em um estágio inicial, mas algo está acontecendo. Há segurança para impedir qualquer aproximação, disse o informante. Acho que essa reunião seria o melhor tributo imaginável para Syd Barrett, acrescentou.

Em agosto de 2017, o primeiro disco do Pink Floyd, The Piper at the Gates of Dawn, completa 50 anos, a obra foi inteiramente composta por Barrett, que teve Waters, Gilmour e Richard Wright como coautores em apenas duas faixas.

Os boatos sobre o lançamento de um novo CD e de uma turnê mundial chegaram a ser desmentidos, no início da semana passada, mas as duas estrelas do grupo não têm nada agendado para o ano que vem.

Gilmour finaliza a Rattle That Lock Tour, iniciada em julho de 2015, com cinco noites Royal Albert Hall, em Londres, no final de setembro.

Waters fará duas apresentações no Foro Sol, na Cidade do México, também em setembro, e outras duas no festival Desert Trip, dias 7 e 14 de outubro.

Já Mason, que é um apaixonado por antigomobilismo, fez sua última aparição em um grande evento no final de junho, durante o Goodwood Festival Of Speed.

Briga e ponte


Entre os descrentes, muitos justificam que Richard Wright – falecido em 2008 – era o conciliador do grupo e, sem ele, Waters e Gilmour dividiriam dificilmente o palco novamente.

A última vez que isso aconteceu foi no dia 2 de julho de 2005, no Hyde Park, em Londres, durante o Live 8 e depois de um hiato de 24 anos.

Um disco com novas composições seria a ponte para a reunião, já que a briga entre os dois cabeças do Pink Floyd tiveram, entre outras razões, os direitos sobre o repertório.

Roger sempre se recusou a tocar as novas músicas da banda, gravadas após sua saída.

Hoje, eu entendo isso, afirmou Gilmour. Já disse a David que não interpretarei esse repertório, mas faremos algo que Rick Wright teria gostado de fazer, pontou Waters.

O último disco do Pink Floyd, o fraquíssimo The Endless River, lançado em novembro de 2014, requentou sobras de estúdio das sessões originais de Division Bell.

A maioria esmagadora do material foi gravado em 1993, ainda com Wright, e o conteúdo já era conhecido de aficionados pela banda, que tiveram acesso aos registros por meio de edições piratas.

É, basicamente, música ambiente – um luxo para sonorizar elevadores. Já Waters lançou o ambicioso "Ça Ira", uma ópera sobre a Revolução Francesa, em 2005 – também lançou dois CDs ao vivo, incluindo Roger Waters: The Wall, gravado durante a maior turnê da história da música.

Mais recentemente, Gilmour lançou Rattle That Lock, há dois anos, sem trazer nada de novo.

Um disco com inéditas não só retomaria o processo criativo da dupla como, também, apagaria a impressão de caça-níquel de The Endless River.

Sem dúvidas, seria uma homenagem não só a Barrett, mas as todos os fãs do grupo. Vamos torcer!


Matéria: Homero Gottardello - blastingnews

15 junho 2016

Muro em homenagem a JOHN LENNON

O muro JOHN LENNON um convite à paz e à liberdade de expressão


JOHN LENNON em um muro no bairro de Mala Strana em Praga


Muro em homenagem a John Lennon


Quando Lennon foi assassinado em 80, um longo muro com um retrato do músico no centro se tornou um lugar onde os jovens da Europa Oriental vieram para pintar inscrições e desenhos, como uma espécie de desafio às autoridades.

O músico de Liverpool era como um herói para eles, preenchendo as paredes com suas letras e frases convidando liberdade.

As autoridades da cidade pintaram a parede várias vezes, mas nunca poderia mantê-lo limpo de graffiti. Estes jovens ativistas pela paz voltavam novamente e novamente para manchar a parede.

Ao longo dos anos, tornou-se um convite à paz, à liberdade de expressão e, claro, um monumento à sua figura.

Hoje o local está cheio de turistas e pintura que não tem nada a ver com as origens, mas vale a pena visitar até lá para tirar fotos de rigor, se você passar alguns dias em Praga.

O endereço é Velkoprevorske Namesti no bairro Mala Strana.

Abaixo vídeo da música mais importante dos últimos 100 anos.



26 agosto 2012

ACCRETION MUSIC - The Oort Cloud

A música The Oort Cloud está no 1º álbum da banda Accretion Music



A música The Oort Cloud está no 1º album da banda ACCRETION MUSIC
Ilustração: Astronomicca


A Nuvem de Oort é composta por inúmeros objetos gelados que estão previstos para envolver o sistema solar muito além da órbita de Netuno e da Cintura de Kuiper.

A nuvem tem sido estimada para estender a uma distância de 50.000 unidades astronômicas, cerca de 4,6 trilhões de milhas da Sun e marca a borda do Sistema Solar.

24 agosto 2012

ACCRETION MUSIC - We have always been here


ACCRETION MUSIC - We have always been here


Música “We have always been here”, os alienígenas estão entre nós?


Rock e Alienígenas: Será Que Nosso Vizinho É de Outro Planeta?


Oi! Galera do universo do rock! Hoje vou mergulhar em um tema que sempre fascinou a humanidade: a possível existência de vida alienígena.

Pegue sua guitarra, ajuste seu amplificador e exploraremos juntos as teorias mais loucas sobre seres de outros planetas que podem estar nos observando enquanto tocamos nossas músicas favoritas.

O famoso astro do rock Dwayne "The Rock" Johnson já interpretou um lutador de wrestling alienígena em um episódio da série Star Trek: Voyager.

21 agosto 2012

ACCRETION MUSIC - Imagining The Future

Imagining The Future música do 1º álbum da banda Accretion Music



Música que busca uma reflexão sobre a evolução das atividades de acreção no universo, gerando novas luas e planetas
Photo by Greg Rakozy on Unsplash


Estamos muito empolgados em compartilhar com vocês a música "Imagining The Future", uma verdadeira jornada sonora que busca despertar nossa reflexão sobre a evolução das atividades de acreção no universo.

Essa composição única nos leva a explorar os mistérios cósmicos das luas, planetas e até mesmo da possibilidade de vida em outros lugares.

Produzida em nosso modesto Home Studio pela Accretion Music, esta faixa é um vislumbre do que está por vir no nosso primeiro álbum.

Nós, como banda, nos inspiramos nas maravilhas do cosmos e nas infinitas possibilidades que ele nos reserva.

"Imagining The Future" nos convida a contemplar as grandiosas forças cósmicas que moldam nosso universo.

14 agosto 2012

ACCRETION MUSIC - Sounds of The Accretion


Sounds of The Accretion música do 1º álbum da banda Accretion Music



Sounds of The Accretion: quando o rock mergulha no universo da acreção

Accretion Music transforma fenômenos cósmicos em música em seu primeiro álbum produzido em Home Studio

Existem músicas que nascem de experiências pessoais, outras de histórias, sentimentos ou acontecimentos do cotidiano. E existem aquelas que procuram inspiração em lugares muito mais distantes. “Sounds of The Accretion”, da banda Accretion Music, pertence a essa última categoria.

Produzida em Home Studio, a faixa faz parte do primeiro álbum do projeto e nasceu com uma proposta bastante particular: transformar em música a dinâmica, a velocidade e o movimento incessante associados aos fluxos de acreção que ocorrem no universo.

A ideia é transportar o ouvinte para um ambiente em constante movimento, no qual partículas, matéria, energia e gravidade parecem participar de uma dança cósmica. Em vez de simplesmente contar uma história, a música procura criar uma atmosfera, permitindo que cada instrumento e cada textura sonora represente uma etapa dessa viagem.

Uma viagem sonora pelo universo

O termo acreção está relacionado ao processo pelo qual um corpo celeste acumula matéria ao seu redor. Um dos exemplos mais impressionantes acontece nos chamados discos de acreção, estruturas formadas quando gás, poeira e outros materiais são atraídos pela gravidade de objetos extremamente massivos.

Em torno de objetos como buracos negros, por exemplo, a matéria pode formar estruturas extremamente dinâmicas. O material capturado não cai simplesmente em linha reta: ele pode entrar em rotação, formando um disco no qual as partículas se movimentam em velocidades enormes.

Foi justamente essa imagem que serviu como ponto de partida para “Sounds of The Accretion”.

A música procura representar essa movimentação contínua. O objetivo não é reproduzir literalmente um som produzido no espaço, mas imaginar musicalmente como seria traduzir essa dinâmica cósmica em sons.

A velocidade das partículas transformada em música

Um dos elementos centrais da composição é a sensação de movimento.

Assim como o material de um disco de acreção pode apresentar diferentes velocidades, temperaturas e níveis de turbulência, a faixa trabalha com mudanças de intensidade e diferentes camadas sonoras para criar uma sensação de fluxo permanente.

A música começa construindo seu universo sonoro e, pouco a pouco, aumenta a percepção de movimento. As diferentes texturas se encontram, se afastam e voltam a se juntar, criando uma espécie de espiral musical.

É como se o ouvinte estivesse acompanhando as partículas em sua jornada: aproximando-se cada vez mais do centro de um fenômeno cósmico gigantesco.

Rock, tecnologia e imaginação

Uma das características mais interessantes da Accretion Music é justamente a possibilidade de utilizar o Home Studio como laboratório criativo.

Sem a necessidade de uma grande estrutura de gravação, o projeto permite experimentar timbres, efeitos, camadas e ambientes sonoros até encontrar a identidade desejada para cada composição.

Nesse contexto, o estúdio doméstico deixa de ser apenas um local de gravação e passa a funcionar como uma espécie de laboratório musical.

A tecnologia permite construir paisagens sonoras que dificilmente seriam possíveis de imaginar apenas com uma formação tradicional de banda. Sons podem ser sobrepostos, modificados, distorcidos e espacializados, criando uma experiência que transita entre o rock, a música experimental e uma atmosfera quase cinematográfica.

O som imaginado de um disco de acreção

Quando pensamos em um disco de acreção, é fácil imaginar um cenário de caos absoluto: matéria girando em alta velocidade, temperaturas extremas, campos gravitacionais intensos e uma quantidade gigantesca de energia.

Essa imagem está presente no conceito de “Sounds of The Accretion”.

A composição procura transformar esse cenário em uma experiência auditiva. As frequências mais graves podem sugerir a dimensão e a força do fenômeno, enquanto elementos mais agudos representam a agitação, a turbulência e a velocidade das partículas.

É uma espécie de ficção sonora baseada em conceitos científicos.

E justamente aí está uma das propostas mais interessantes da faixa: não se trata apenas de fazer uma música sobre astronomia, mas de tentar fazer o ouvinte sentir o movimento do universo através do som.

Quando a ciência encontra o rock

A história do rock está repleta de artistas que buscaram inspiração na ciência, na tecnologia, na ficção científica e no espaço.

Desde o rock psicodélico até o rock progressivo e o space rock, o gênero sempre encontrou maneiras de explorar universos que vão muito além da experiência cotidiana.

“Sounds of The Accretion” segue essa tradição por um caminho próprio.

Em vez de falar diretamente sobre planetas, estrelas ou viagens espaciais, a música concentra sua atenção em um fenômeno extremamente poderoso e fascinante: a acreção de matéria.

É uma abordagem conceitual que permite unir duas áreas aparentemente distantes: a precisão dos fenômenos físicos e a liberdade da criação musical.

O primeiro capítulo da Accretion Music

Por fazer parte do primeiro álbum da Accretion Music, “Sounds of The Accretion” também representa um ponto importante na história do projeto.

Mais do que uma faixa isolada, ela apresenta ao público a proposta de uma banda que encontrou no Home Studio a possibilidade de desenvolver suas próprias ideias e explorar uma identidade musical baseada em conceitos cósmicos e experimentais.

O resultado é uma composição que convida o ouvinte a abandonar por alguns minutos a realidade terrestre e imaginar uma viagem por regiões extremas do universo.

Não é necessário conhecer profundamente astronomia para apreciar a faixa. Basta deixar a música conduzir a imaginação.

Uma experiência para ouvir com atenção

“Sounds of The Accretion” é uma daquelas faixas que podem ganhar novos significados a cada audição.

Na primeira escuta, o que chama atenção pode ser o ritmo ou a atmosfera. Em uma segunda experiência, talvez sejam percebidas determinadas texturas ou mudanças de intensidade. Depois, o conceito por trás da composição começa a ganhar força.

A proposta da Accretion Music é justamente essa: criar uma ponte entre som e imaginação.

Se o universo é formado por movimentos, colisões, rotações e transformações permanentes, a música também pode representar essa dinâmica.

E é nesse encontro entre rock, tecnologia, ciência e imaginação que nasce o universo sonoro de “Sounds of The Accretion”.

Accretion Music — “Sounds of The Accretion”

Álbum: primeiro álbum da Accretion Music
Projeto: Accretion Music
Produção: Home Studio
Conceito: acreção, movimento de partículas e fenômenos cósmicos
Estilo: rock experimental / instrumental / ambientação cósmica

Dê o play, feche os olhos e imagine as partículas girando em torno de um dos ambientes mais extremos do universo.

Este é o som imaginado da acreção. Este é “Sounds of The Accretion”.