30 novembro 2022

ZÉ PEDRO ícone do rock português

Zé Pedro ícone do rock português foi guitarrista do Xutos & Pontapés




Grande estrela do rock de Portugal, foi guitarrista e fundador da banda de rock Xutos & Pontapés

Zé Pedro, aos 22 anos, fundou os Xutos & Pontapés

Ele é a grande estrela do rock de Portugal, foi guitarrista e fundador da banda de rock Xutos & Pontapés, faleceu em 2017 após luta contra a Hepatite C e um transplante de fígado em 2011.

Aos 22 anos, fundou os Xutos & Pontapés após colocar um anúncio no jornal: Baterista e baixista precisam-se para grupo punk. O músico era conhecido pela sua enorme alegria em cima do palco e fora dele.

Apesar de ser o guitarrista ritmo da banda, é considerado um ícone para o rock português, e foi compositor de alguns clássicos dos Xutos como Submissão, Não Sou o Único e Para ti Maria.

O grupo se apresentou em todas as sete edições do Rock in Rio Lisboa, e tocou com os Titãs na edição carioca do festival em 2011. Ao longo de quase quatro décadas de carreira, os Xutos lançaram 13 álbuns de estúdio, o álbum Puro de 2014, o mais recente, comemorava os 35 anos de estrada.


29 novembro 2022

JANIS JOPLIN

Janis Joplin a maior cantora de Blues Rock em rara apresentação em 69




Janis Joplin no Carnaval do Rio de Janeiro
Janis Joplin no Carnaval do Rio de Janeiro Crédito: Arquivo Nacional


Desta mulher não precisa falar nada é só mostrar. No vídeo da postage é uma apresentação rara dela junto com Tom Jones em 1969. O programa de TV This is Tom Jones apresentava a maioria dos consagrados do Rock e Blues da época.

Bom divertimento.


28 novembro 2022

THE BLACK KEYS é uma dupla americana

The Black Keys é uma dupla americana de Blues-Rock e Indie Rock



"Let's Rock: A Jornada Elétrica de The Black Keys de Akron a Nashville"


Akron para Nashville - Uma Mudança de Cenário e Som


Ei, pessoal! Aqui estou eu, mergulhando de cabeça na incrível jornada musical de The Black Keys, a dupla que fez Akron tremer e depois partiu para Nashville em busca de novos horizontes.

Preparem-se para uma viagem pela estrada do rock, com destaque para o nono álbum da banda, "Let's Rock".


A Gênese: Akron, Ohio - O Berço do Rock dos Keys


Em 2001, Dan Auerbach e Patrick Carney decidiram se unir e dar vida a The Black Keys em Akron, Ohio.

A cidade, como um parceiro silencioso, testemunhou o nascimento de uma dupla destinada a deixar sua marca no mundo do rock.


De Volta às Raízes: Let's Rock e o Primitivismo Musical


Dez anos depois, os Keys decidiram fazer as malas e se mudar para Nashville. Mas antes disso, eles nos presentearam com "Let's Rock", um álbum que marca um retorno ao primitivismo direto de suas raízes musicais.

Relembrando os dias em que Carney adorava os Patetas e Auerbach era apaixonado por ícones como Link Wray e o guitarrista original do James Gang, Glenn Schwartz.



Inspiração em Chamas: A Guitarra Excêntrica e a Percussão Impaciente


A chama criativa dos Keys foi acesa pela guitarra excêntrica de seus heróis musicais. Auerbach, inspirado por Link Wray, e Carney, impulsionado por uma percussão impaciente e intuitiva, combinaram seus talentos de maneira que só poderia resultar em magia musical.


The Black Keys é uma dupla americana de Blues-Rock e Indie Rock


Minimalismo e Autenticidade: A Marca Registrada de Let's Rock


"Let's Rock" pode muito bem ser considerado o melhor trabalho da dupla até agora, destacando-se pelo seu minimalismo e autenticidade.

Auerbach e Carney cortaram toda a gordura, adotando uma abordagem simples que nos lembra dos dias iniciais da banda.



A Homenagem à Guitarra Elétrica: Solos Incríveis e Ausência de Firulas na Bateria


O coração do álbum é uma homenagem à guitarra elétrica. Os solos incríveis e a ausência quase total de firulas na bateria criam um som cru e intransigente.

Os Keys buscaram a simplicidade, proporcionando uma experiência sonora que faz o rock ser imprevisível, perigoso e direto na sua cara.



A Origem Inusitada do Título: "Let's Rock" - Uma História Eletricamente Impactante


A curiosa história por trás do título do álbum acrescenta uma camada fascinante ao projeto.

Auerbach revela que a inspiração veio de uma notícia inusitada sobre a primeira execução na cadeira elétrica no Tennessee em onze anos.

A última palavra do condenado antes de apertar o botão? "Let's Rock." Uma coincidência surpreendente que deu o tom ao álbum, destacado pela cadeira elétrica na capa.



Let's Rock - Uma Viagem Elétrica e Autêntica


Em suma, "Let's Rock" é uma jornada musical que reflete a evolução dos Black Keys desde sua origem em Akron até sua mudança para Nashville.

Com o primitivismo musical e a homenagem à guitarra elétrica, Auerbach e Carney entregam um álbum que captura a essência do rock: imprevisível, perigoso e inesquecível.

Então, pessoal, preparem-se para uma experiência elétrica com The Black Keys - porque, como diz o álbum, "Let's Rock"!


27 novembro 2022

ELVIS PRESLEY e JFK, vivos em um asilo

Elvis Presley e o presidente americano John F. Kennedy não morreram




O filme de 2002 transcende os gêneros horror ou humor, sendo diversas vezes tocante, apresentando dois personagens esquecidos e abandonados em um asilo, fato comum na vida real.


Elvis Presley, interpretado por Bruce Campbell e o presidente John F. Kennedy, interpretado por Ossie Davis não morreram. Estão bem vivos, morando numa casa de repouso perdida no leste do Texas.

Elvis estava cansado da fama e da vida fútil, então decidiu trocar de lugar com um imitador enquanto JFK, tornou-se negro e teve sua morte encenada pelo seu sucessor, o presidente Lyndon Johnson.

Será verdade ou serão apenas dois velhos malucos? E pra complicar uma múmia devoradora de almas caminha pelos corredores escuros da casa de repouso, atrás de presas fáceis.

Agora os dois velhotes vão provar que independentes de quem são, lutarão como heróis pela sobrevivência de seus amigos e deles próprios.

Bruce faz uma interpretação memorável de Elvis, encarnando um Rei do Rock humano e arrependido dos erros cometidos na juventude, e que encontra forças para se redimir enfrentando o ser maligno que se esconde nos porões do asilo.

O filme de 2002 transcende os gêneros horror ou humor, sendo diversas vezes tocante, apresentando dois personagens esquecidos e abandonados em um asilo, fato comum na vida real.

THE BLUE STONES

The Blue Stones banda Canadenses mistura blues com rock mais pesado




The Blue Stones banda canadense

A banda Canadenses de Windson, mistura oblues com rock mais pesado, seu álbum de estreia, Black Holes, em 2018, teve grande repercussão perante a crítica e aos amantes do estilo.

Em 2020 Tarek e Justin começam a preparar o próximo álbum e surge aquela incerteza nos fãs, que normalmente acontece quando a banda tem um disco recente de alta qualidade musical, aí vem a questão. Será que conseguirá surgir algo relevante neste novo lançamento?

Pois bem em março de 2021 é lançado o álbum Hidden Gems, que veio cheio de músicas candidatas a se ternarem clássicos, devido a sua qualidade nas harmonias, criatividade e a flertando com mais ritmos como exemplo o hip-hop.

Em entrevista Tarek disse que eles não têm medo que com as inovações deste álbum, mesmo que as músicas cheguem a um gênero diferente, porque ainda somos nós escrevendo as músicas e tocando as músicas.


25 novembro 2022

F.T. ISLAND

F.T. Island Atualmente, a banda consiste no vocalista principal Lee Hong-gi, no baixista Lee Jae-jin e no baterista Choi Min-hwan

F.T. Island, banda de rock sul-coreana formada pela FNC em 2007

Atualmente, a banda consiste no vocalista principal Lee Hong-gi, no baixista Lee Jae-jin e no baterista Choi Min-hwan. O guitarrista Oh Won-bin deixou a banda em 2009 e foi substituído por Song Seung-hyun.

Em 2019 Jung Joon Young, da banda Drug Restaurant, e Choi Jong Hoon, da F.T. Island foram condenados por crime sexual, que ocorreu em 2016, eles foram acusados de filmar e divulgar imagens do ato, em que as vítimas estavam sob efeito de álcool. Jooyoung chegou a afirmar que o ato foi consensual mas admitiu ter filmado e divulgado as imagens. Jonghun negou as acusações.

Na sentença original, Jonghun foi condenado a cinco anos, enquanto Joonyoung recebeu pena de seis anos. O tempo de prisão de ambos foi reduzido em setembro do ano passado. Com a alteração, Joonyoung, que teve pena reduzida para cinco anos, deve ser solto no dia 1º de outubro de 2025.



24 novembro 2022

ACCRETION MUSIC The Dark Mystery of TrES-2b

A música é homenagem do Accretion Music ao planeta descoberto em 2006




A musica The Dark Mystery of TrES-2b do Accretion Music é uma homenagem ao planeta descoberto em 2006.


O TrES-2b foi descoberto no dia 21 de agosto de 2006 pelo Transatlantic Exoplanet Survey através da detecção do trânsito do planeta através de sua estrela parental. A descoberta foi confirmada pelo Observatório W. M. Keck no dia 8 de setembro de 2006

TrES-2b é um exoplaneta em orbita da estrela GSC 03549-02811, conhecida na literatura exoplanetária como TrES-2, localizada a 750 anos luz de distância, na constelação de Draco, ou do dragão. 

O Planeta foi identificado em 2011 como o exoplaneta mais escuro já descoberto, refletindo menos de 1% da luz solar.

23 novembro 2022

ROGER WATERS This Is Not A Dril

Roger Waters recria Confortably Numb no contexto do mundo atual

Roger Waters recria “Comfortably Numb” e dá novo significado a um clássico do Pink Floyd

Uma nova leitura para um dos maiores clássicos de “The Wall” transforma “Comfortably Numb” em um poderoso manifesto sobre o mundo atual

Poucas músicas na história do rock conseguiram atravessar gerações com a mesma força de “Comfortably Numb”, clássico do álbum The Wall, lançado pelo Pink Floyd em 1979. Composta por Roger Waters e David Gilmour, a canção tornou-se uma das obras mais emblemáticas da banda, especialmente pela combinação entre a narrativa dramática, os vocais marcantes e os memoráveis solos de guitarra de Gilmour.

Décadas depois de seu lançamento, Roger Waters decidiu revisitar a música e apresentar uma interpretação completamente diferente. Em 2022, o músico lançou uma nova versão de “Comfortably Numb”, concebida originalmente para abrir os shows da turnê This Is Not a Drill.

Mais do que simplesmente regravar um clássico, Waters desmontou alguns dos elementos que fizeram da versão original uma referência do rock e reconstruiu a canção sob uma perspectiva mais sombria, intimista e contemporânea.

Uma “Comfortably Numb” para outros tempos

A nova versão nasceu durante o período de isolamento provocado pela pandemia. Segundo Waters, naquele momento ele começou a trabalhar em uma nova abordagem para a música, alterando sua tonalidade e buscando uma atmosfera mais obscura.

A canção foi transportada para lá menor, ganhando uma sonoridade mais melancólica e contemplativa. Outra mudança fundamental foi a decisão de retirar os tradicionais solos de guitarra que, na versão do Pink Floyd, estão entre os momentos mais reconhecidos da música.

A ausência da guitarra de David Gilmour poderia parecer, à primeira vista, uma escolha arriscada. Afinal, os solos de “Comfortably Numb” estão entre os mais celebrados da história do rock.

Mas é justamente aí que está a força da recriação.

Waters não tentou competir com a versão original. Em vez disso, procurou revelar uma outra personalidade da composição.

Quando o silêncio fala mais alto que a guitarra

É difícil imaginar “Comfortably Numb” sem aquele solo de guitarra que se tornou praticamente uma assinatura do Pink Floyd. Porém, na releitura de Roger Waters, a ausência desse elemento abre espaço para que a letra e a interpretação vocal assumam protagonismo.

A nova abordagem é mais lenta, atmosférica e sombria. A sensação de distanciamento presente na letra original ganha uma dimensão ainda mais profunda.

Em vez de transportar o ouvinte para o universo conceitual de The Wall, Waters parece trazer “Comfortably Numb” para um mundo marcado por isolamento, conflitos, polarização, manipulação da informação e uma sensação coletiva de anestesia diante dos acontecimentos.

É uma música conhecida, mas que parece ter envelhecido junto com o mundo.

E talvez seja justamente essa a razão pela qual ela continua funcionando tão bem.

Shanay Johnson acrescenta uma nova dimensão à música

Um dos grandes destaques da nova gravação é a participação da cantora Shanay Johnson, cuja presença vocal contribui para criar uma atmosfera diferente daquela consagrada pelo Pink Floyd.

Em vez de reproduzir a fórmula clássica, Waters utiliza a voz feminina para construir uma espécie de diálogo emocional com a música.

O resultado é surpreendente.

Sem depender dos solos de guitarra, a canção ganha uma dimensão quase cinematográfica. A interpretação vocal cria tensão e delicadeza ao mesmo tempo, reforçando a sensação de fragilidade e desconforto que sempre esteve presente em “Comfortably Numb”.

É como se Waters estivesse dizendo ao ouvinte: você já conhece essa música, mas talvez nunca tenha ouvido exatamente dessa maneira.

De encerramento de shows a abertura de uma nova experiência

Existe algo simbolicamente poderoso na decisão de Roger Waters de utilizar essa nova versão para abrir a turnê This Is Not a Drill.

Durante anos, “Comfortably Numb” esteve associada a grandes momentos das apresentações do Pink Floyd e também da carreira solo de Waters. A música frequentemente aparecia como um dos pontos altos dos espetáculos.

Transformá-la em uma espécie de porta de entrada para um novo show muda completamente sua função.

É como abrir uma apresentação perguntando ao público se ele está realmente acordado.

A escolha também combina perfeitamente com a personalidade artística de Roger Waters. Desde os anos 1970, o músico utiliza suas obras para discutir guerra, poder, alienação, autoritarismo, desigualdade e comportamento social.

Assim como The Wall utilizava uma história pessoal para construir uma crítica muito maior à sociedade, a nova “Comfortably Numb” parece interessada em provocar novamente essa reflexão.

O clássico permanece, mas a mensagem muda

Uma das maiores qualidades de uma grande obra de arte é a capacidade de adquirir novos significados com o passar do tempo.

Quando “Comfortably Numb” apareceu em 1979, fazia parte de uma história conceitual sobre isolamento, trauma, fama, alienação e construção de barreiras emocionais.

Mais de quatro décadas depois, esses temas continuam assustadoramente atuais.

A diferença é que agora Roger Waters interpreta a música a partir de outro momento histórico.

O mundo mudou. A tecnologia mudou. A maneira como consumimos informação mudou. As guerras continuam existindo, as divisões políticas se aprofundaram e a sociedade passou a conviver diariamente com uma quantidade gigantesca de informações.

Nesse cenário, a ideia de estar “confortavelmente anestesiado” ganhou novas possibilidades de interpretação.

Estamos realmente prestando atenção ao que acontece ao nosso redor?

Ou simplesmente nos acostumamos a assistir tudo através de uma tela?

Roger Waters continua provocando

Roger Waters nunca foi um artista preocupado em agradar a todos.

Muito pelo contrário.

Desde os tempos do Pink Floyd, sua obra está profundamente ligada à crítica social e política. Em sua carreira solo, essa característica tornou-se ainda mais evidente.

Por isso, seus shows não são apenas apresentações musicais. São também espetáculos visuais e conceituais nos quais o público é constantemente confrontado com questões políticas e sociais.

E Waters deixa isso bastante claro.

Para quem vai a um espetáculo seu esperando apenas ouvir os grandes sucessos do Pink Floyd sem qualquer posicionamento político, o músico tem um recado bastante direto.

Em outras palavras: se você quer apenas nostalgia, talvez esse não seja o espetáculo ideal.

Mas se você está disposto a ouvir as músicas e também refletir sobre aquilo que elas estão dizendo, a experiência pode ser muito mais intensa.

Uma nova “Comfortably Numb” para um mundo cada vez mais inquieto

O grande mérito dessa recriação está justamente em não tentar reproduzir o passado.

Roger Waters poderia simplesmente tocar “Comfortably Numb” exatamente como o público espera. Poderia manter os solos de guitarra, a estrutura tradicional e todos os elementos que transformaram a música em um clássico.

Ele escolheu fazer o contrário.

Reinventou a canção.

Tornou-a mais sombria, retirou elementos fundamentais da versão original e criou espaço para que outra interpretação surgisse.

É uma atitude que exige coragem artística.

Porque mexer em uma música considerada intocável é sempre um risco. Mas grandes artistas muitas vezes são reconhecidos justamente por sua capacidade de desafiar aquilo que eles mesmos ajudaram a construir.

“Comfortably Numb 2022” não pretende substituir a versão do Pink Floyd.

E nem poderia.

Ela existe para dialogar com ela.

É a mesma composição, mas vista através de outro momento da história.

E talvez seja justamente essa a grande mensagem de Roger Waters: uma música pode permanecer a mesma, mas nós nunca somos exatamente os mesmos quando voltamos a ouvi-la.

O legado de “Comfortably Numb”

Poucas músicas conseguem sobreviver a mais de quatro décadas mantendo a capacidade de provocar emoções tão diferentes.

“Comfortably Numb” conseguiu.

A versão original continua sendo uma das grandes obras do Pink Floyd e um dos momentos mais marcantes da guitarra de David Gilmour. A recriação de Roger Waters, por outro lado, mostra que a música ainda pode ser reinterpretada e adquirir novos significados.

É uma prova de que os grandes clássicos não pertencem apenas ao passado.

Eles podem voltar ao presente.

E, quando isso acontece pelas mãos de um artista disposto a correr riscos, podem até mesmo nos obrigar a enxergar novamente aquilo que acreditávamos conhecer.

No fim das contas, talvez essa seja a verdadeira força de “Comfortably Numb”.

Ela fala sobre estar anestesiado.

Roger Waters, décadas depois, continua tentando nos acordar.


22 novembro 2022

LACUNA COIL banda italiana

Rock Metal sincero, pesado, melódico e rítmico de Lacuna Coil




Lacuna Coil é uma banda de metal gótico e metal alternativo da cidade de Milão, Itália, incialmente com o nome de Sleep of Right e depois Ethereal.

Lacuna Coil é uma banda de metal gótico e metal alternativo da cidade de Milão, Itália, incialmente com o nome de Sleep of Right e depois Ethereal.

Formado em 1994, o Lacuna Coil rapidamente se tornou uma das bandas mais vendidas da Century Media Records. De Comalies de 2002 e Karmacode de 2004 a Shallow Life de 2009 e Broken Crown Halo de 2014, o ato italiano de voar alto demonstrou uma habilidade incrível de atrair o público do rock, gótico e metal.

As espirituosas e elogiadas apresentações ao vivo da banda também lhes renderam uma sólida reputação de uma banda que não apenas oferece noite após noite, mas também uma banda cuja performance no palco reverbera muito depois do show terminar.

De fato, o metal sincero, pesado, melódico e rítmico de Lacuna Coil - um híbrido de gótico, groove e alternativo - criou seguidores raivosos em todo o mundo. Seja Our Truth e Delirium ou Nothing Stands in Our Way e Trip the Darkness, o ataque de vocalista duplo de Lacuna Coil é imediatamente identificável. Álbum atual é o Black Anima.

Fonte: site da banda


21 novembro 2022

URIAH HEEP um dos maiores nomes do rock

Banda The Stalkers mudaria seu nome para Uriah Heep em meados de 1969




Em 1965, Mick Box e David Byron, formaram o The Stalkers,


Em 1965, Mick Box e David Byron, formaram o The Stalkers. Ficaram por dois anos tocando covers em clubes locais, quando em 1967, Box e Byron resolvem tornar-se profissionais. Os outros membros da banda acham arriscado e se separam.

A dupla, porém, continuou firme, trabalhando e compondo material. Juntam-se ao baterista Nigel Pegram e ao baixista Barry Green na banda Spice.

Green foi substituído no meio de 68 por Paul Newton e sua entrada coincidiu com a gravação de um single What about the Music.

Após um árduo trabalho, conseguem assinar um contrato com o empresário Gerry Bron, gravando um álbum em 1969, The Landsome Tapes. Por sugestão de Bron, o tecladista Ken Hensley passa a fazer parte do line-up e mudam o nome para Uriah Heep.

A entrada de Hensley fez com que eles desenvolvessem seu próprio estilo baseado nas harmonias vocais combinadas com guitarras e teclados.

O ano de 1970 foi considerado o de nascimento do Uriah Heep. Neste período gravaram Very Eavy, Very Umble, Salisbury, o terceiro álbum, Look at Yourself.

O ápice da carreira aconteceu em meados dos anos 70, com os álbuns Demons and Wizards, The Magicians Birthday, Sweet Freedom, Wonderworld e ainda um dos melhores álbuns ao vivo do Uriah: Live 73.

Em fevereiro de 1975, devido à problemas de saúde e de drogas o baixista foi afastado da banda, além destes problemas, Train, foi eletrocutado quando tocava ao vivo em Dallas, USA.

Em dezembro do mesmo ano, fora encontrado morto devido a uma overdose. John Wetton foi contratado para assumir a vaga, completando o time nas gravações de Return to Fantasy.

Vários fatos, associados à fama, acabaram por desgastar um pouco a banda, principalmente David Byron, que acabou deixando a banda em julho de 1976.

Logo após de Head First, em 1983, Trevor Bolder volta ao Uriah, para a gravação de Equator. Tiram um tempo de férias e voltam com Mick Box, Kerslake e Trevor Bolder, e mais o tecladista Phil Lanzon e por dois meses o vocalista Steff Fontaine, que logo depois foi substituído por Bernie Shaw.

Essa formação foi uma das mais estáveis, compondo os álbuns Live in Moscow, Raging Silence, Different World, Sea of Light e Spellbinder.

Apesar das inúmeras mudanças e desavenças, o Uriah Heep, seja com os músicos e na época que for, sempre será lembrado com um dos maiores nomes do rock em todo o planeta.