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Jazz Sabbath de Adam Wakeman
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| Crédito da imagem Blacklake Records |
JAZZ SABBATH o disco que BLACK SABBATH roubou, uma jogada de marketing
O que você lerá abaixo é uma grande jogada de marketing, mas muita gente acabou acreditando que o Black Sabbath realmente roubou as músicas do músico Milton Keanes.
Mas, na realidade, Adam Wakeman está seguindo os passos de seu pai, criando versões para piano de clássicos consagrados do rock.
O Surgimento do Jazz Sabbath
Formado em 1968, o Jazz Sabbath foi considerado por muitos como a vanguarda de um novo movimento do jazz que surgia na Inglaterra naquela época.
O aguardado álbum de estreia, programado para ser lançado na sexta-feira 13 de fevereiro de 1970, parecia destinado ao sucesso. No entanto, seu lançamento jamais aconteceu. Pelo menos, não naquela época.
A Tragédia que Mudou Tudo
O álbum foi cancelado quando surgiram notícias de que o fundador e pianista Milton Keanes havia sofrido um grave ataque cardíaco, ficando internado em estado crítico.
Diante da situação, a gravadora decidiu arquivar o disco e cancelar seu lançamento, tanto por respeito ao músico quanto pela incerteza comercial de investir em uma banda sem seu principal líder artístico.
A Ascensão do Black Sabbath e a Acusação de Plágio
Quando Milton finalmente recebeu alta hospitalar, em setembro de 1970, encontrou um cenário inesperado. Uma banda de Birmingham chamada Black Sabbath havia lançado dois álbuns contendo versões em heavy metal do que ele alegava serem suas composições originais.
A descoberta deu início a uma história tão curiosa quanto controversa.
O Desaparecimento da Gravadora e das Evidências
Milton tentou entrar em contato com sua gravadora, a Rusty Bedsprings Records, mas descobriu que ela já não existia mais. Para piorar, o proprietário da empresa estava preso.
Como se isso não bastasse, todos os exemplares do álbum Jazz Sabbath teriam sido destruídos em um incêndio ocorrido no armazém da gravadora em junho de 1970. Posteriormente, descobriu-se que o caso envolvia uma fraude de seguro praticada pelo próprio dono da empresa.
Restaram apenas algumas gravações piratas de apresentações ao vivo realizadas entre 1968 e 1969 como prova da existência da banda.
As Fitas Perdidas que Reapareceram Após Meio Século
Durante décadas acreditou-se que as fitas-mestre do álbum haviam sido consumidas pelo incêndio. No entanto, elas permaneceram esquecidas nos cofres subterrâneos do estúdio de gravação.
Quase 50 anos depois, no final de 2019, o novo proprietário do prédio onde funcionava o estúdio encontrou as gravações originais enquanto reformava o local para transformá-lo em uma loja de animais vegana.
Junto das fitas também foram encontrados os slides que continham a arte original da capa do álbum.
O Álbum que Promete Revelar a "Verdade"
As gravações recuperadas foram remixadas e finalmente puderam ser ouvidas pelo público.
Segundo a divertida narrativa criada em torno do projeto, o álbum provaria que a lendária banda de heavy metal adorada por milhões de fãs não passava de um grupo de charlatães que teria roubado as composições de um gênio do jazz enquanto ele lutava pela vida em uma cama de hospital.
É claro que tudo não passa de uma bem-humorada brincadeira criada por Adam Wakeman, mas a história é tão bem construída que muita gente chegou a acreditar nela.
Jazz Sabbath tracklist
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THE RIVEN banda da Suécia
The Riven toca honesto RocknRoll, Influenciado pelos anos 70 e 80
Não se engane, esta banda vai explodir em proporções estratosféricas - publicado no The Sludgelord
Em 2019 The Riven lançou seu álbum de estreia autointitulado na The Sign Records com uma distribuição mundial.
A banda que começou em Londres, para depois se mudar para a Suécia, foi até Madri para gravar com Ola Ersfjord (Lucifer, Tribulation, Dead Lord) no Holy Cuervo Studios.
Brilhante desempenho e com uma direção clara para futuras grandes ações. Você não pode pedir mais deste álbum de estreia completo - publicado no Sweden Rock Magazine.
O álbum, contendo nove faixas, desenvolveu ainda mais o som da banda, com uma abordagem direta ao RocknRoll, além de dar espaço ao lado progressivo e psicodélico da banda.
O álbum recebeu ótimas críticas e, no outono de 2019, foi lançado na América do Sul através do selo brasileiro Hellion Records.
A banda foi formada em 2016 pela cantora Totta Ekebergh, o guitarrista Arnau Diaz e o baixista Max Ternebring, o baterista Olof Axegärd entrou na banda no final deste mesmo ano.








