ELVIS PRESLEY será série de TV



O astro do rock Elvis Presley irá ganhar série de TV sobre sua vida.

Rei é rei, não é mesmo, gente? Elvis Presley pode ter falecido há 39 anos mas continua inspirando milhares de fãs mundo afora. Para a nossa alegria, hoje foi liberada uma notícia incrível: o astro do rock vai ganhar uma série de TV sobre sua vida!

O estúdio cinematográfico independente Weinstein Company fez um acordo exclusivo envolvendo o patrimônio de Elvis para produzir um programa sobre o cantor. Nele, o público poderá conhecer mais sobre sua vida: o programa mostrará as roupas, os carros e a casa do cantor em Graceland – da qual é extremamente difícil e raro de se conseguir permissão para gravar. Além disso, o estúdio terá acesso a diários pessoais do astro para pesquisa e irá possuir o direito de todas as suas músicas. A informação veio do site Deadline.

A ideia é fazer uma série televisiva com 8 à 10 episódios que terá como base a biografia Elvis, do jornalista americano Dave Marsh. Ainda de acordo com o site, a produção está caminhando rápido e já existe uma lista com diretores-autores para escreverem o roteiro. A esposa de Elvis, Priscilla Presley, fará parte do grupo de produtores executivos, que ainda conta com nomes como Jerry Schilling, Harvey Weinstein e David Glasser.

Em exclusividade para o site, Glasser disse: “Estamos animados em anunciar este filme biográfico e a nossa parceria com o patrimônio de Presley. É uma oportunidade incrível de ser a primeira série da história que irá gravar em Graceland e terá acesso aos arquivos pessoais de Elvis. Ele redefiniu a relação que uma geração inteira teve com música e cultura pop. Esta série será um olhar autêntico e fascinante de como isso tudo aconteceu, do começo ao fim”.

Matéria: https://popcultura.com.br/2016/09/22/elvis-presley-serie-de-tv/



WHITESNAKE em São Paulo foi o último?

Foto: Flavio Hopp / Comando Rock 

SHOW: SÃO PAULO,SP, 22.09.2016 - da banda Whitesnake durante apresentação de sua The Greatest Hits Tour no Citibank Hall zona sul em São Paulo/SP, nesta quinta-feira, 22.

Uma festa de aniversário repleta de presentes, música e malabarismos com o pedestal. O aniversariante? David Coverdale, vocalista do Whitesnake, que completou 65 anos, com uma apresentação curta e honesta, junto com a sua banda, em um Citibank Hall lotado, em São Paulo.

O clima do show era tão de festa de aniversário do tio, que os fãs entregaram urso de pelúcia, rosas, cartazes, bandeira, tudo que tinham ao alcance para o vocalista. O sistema de som, antes da apresentação, ainda ressaltou a data e pediu por um Parabéns a Você. A canção festiva veio após o término do show, de forma bem desordenada por sinal.

Mesmo que a voz de Coverdale não seja mais a mesma ou que Burn (Deep Purple) fique melhor com Glenn Hughes (que esteve em São Paulo no último fim de semana) cantando, o veterano tem seus momentos de glória. O agudo no final de Crying in the Rain foi um deles. Impossível não deixar os fãs ainda mais empolgados na hora.

Crying in the Rain, teve um solo de bateria impressionante de Tommy Aldridge. Aos 66 anos, o músico que já tocou com nomes como Ozzy Osbourne, Motörhead, Thin Lizzy e Ted Nugent, é o parceiro mais antigo de Coverdale. Acompanhou o aniversariante entre 1987 e 1991, 2002 e 2007, e se mantém fixo no line-up do Whitesnake desde 2013.

Os solos de guitarra de Reb Beach e Joel Hoekstra dão uma força para Coverdale, que aproveita essas pausas para trocar de roupa, poupar a voz e retornar ao palco com mais fôlego ainda.

Dono de uma das vozes mais potentes da história do rock, o britânico ainda emociona os fãs com os seus rock ballads como Is This Love, Love Ain’t No Stranger, Fool for Your Loving e The Deeper the Love. Sim, o repertório foi inteiramente composto por sucessos. Isso já era esperado. A turnê foi batizada como Greatest Hits Tour 2016.

Coverdale mostrou muita dedicação no palco e abusou do malabarismo com o pedestal
Figurinha carimbada no Brasil, o Whitesnake pode estar em sua última turnê por aqui. Por mais que Coverdale já tenha desmentido os boatos sobre uma despedida dos palcos, ele afirmou que a ideia para os próximos anos é realizar turnês menores, sem grandes deslocamentos.

Matéria: http://blogs.atribuna.com.br/blognroll/2016/09/show-do-whitesnake-em-sao-paulo-teve-parabens-presentes-e-rock/



JOE BONAMASSA e ZAKK WYLDE tocando "Crossroads".



Esta rodando novamente a apresentação de Joe Bonamassa de dezembro de 2013, onde tem a participação de Zakk Wylde tocando "Crossroads".

Dois estilos de guitarristas muito diferente mas que ficou muito bom de ouvir, Zakk com toda sua influência do heavy metal e Joe com delicadeza do blues se alternando em riffis de Robert Johnson.

"Crossroads" foi escrita por Robert Johnson e foi gravada originalmente em uma sexta-feira 27 novembro, 1936 em San Antonio Texas.

Assista a performance aqui ao lado NO PALCO ou no youtube:


JOHNNY RIVERS


Johnny Rivers é um cantor, compositor, guitarrista e produtor norte-americano. Entre suas principais gravações estão "Memphis", "Secret Agent Man", "Poor Side of Town" e "Baby I Need Your Lovin".

Em 1960, Rivers conheceu um grande amigo, James Burton, guitarrista de Ricky Nelson. Burton deu a Ricky uma das canções de Johnny. Ricky Nelson gostou dela e a gravou. No ano seguinte, Rivers foi a Los Angeles para conhecer Nelson, onde ficou para trabalhar como compositor e músico de estúdio.

Em 1963, Rivers costumava passar seu tempo em um bar chamado Gazzari's (de propriedade de Bill Gazzari). Uma noite, o trio de jazz que tocava no bar deixou o local. Gazzari pediu para Johnny ocupar a vaga por alguns dias, até que encontrasse um outro grupo de jazz. Johnny concordou e a história foi feita. Quando ele começou a tocar seu rock n'roll, multidões passaram a freqüentar o Gazzari's. Rivers fez sucesso no clube, fazendo versões de canções de Chuck Berry.

Em 1964, Elmer Valentine, proprietário do clube Whisky a Go Go, ofereceu a Johnny Rivers um contrato de uma ano para que este cantasse em seu clube, recém-inagurado em Hollywood (California). O novo clube abriu três dias antes do grupo The Beatles lançar "I Want To Hold Your Hand", que consolidou o que se passou a chamar de "Invasão Britânica" - quando vários artistas do Reino Unido assumiram os primeiros lugares das paradas musicais dos Estados Unidos. Mas Johnny Rivers era tão popular que o produtor Lou Adler decidiu lançar Johnny Rivers Live At The Whiskey A Go Go, álbum ao vivo que alcançou o 12º na lista da Billboard - e a canção "Memphis" (um cover de Chuck Berry) chegou ao segundo lugar na parada norte-americana. Johnny Rivers tinha criado o estilo musical Go Go (que incluiria também dançarinas).



GREGORIAN é um projeto musical alemão



Em 1991 foi gravado o álbum Sadisfaction, com os vocais feitos pelas cantoras do The Sisters of Oz: Susana Espelleta (que na época era a mulher de Peterson) e Birgit Freud. Entretanto, este foi só um álbum deste estilo, que mais tarde (oito anos depois) conceberia o projeto Gregorian.

Em 1998, Peterson e seu pessoal reinventaram o projeto para transformar sons populares em estilos gregorianos. Os critérios para a seleção de música foram estritos; para ser considerada, ela precisava ser traspassável em uma escala de 7 tons. Depois, com as músicas escolhidas, foram contratados doze vocalistas, previamente escolhidos através de uma sessão de testes de coro.

Cada álbum de Gregorian é inicialmente digitalizado e monitorado pela Nemo Studio, um estúdio do Peterson que fica em Hamburgo. Os cantores, em seguida, gravaram partes da música em uma igreja com a atmosfera de trêmulas luzes e velas, condizendo com o que Peterson havia dito em uma entrevista em 2001 como uma "Fria e Técnica" atmosfera de um estúdio.


O conceito provou ser um sucesso, e o grupo continuou gravando mais álbuns, como a saga Masters of Chant. Em 2004 lançaram The Dark Side, com um repertório de músicas no estilo "Dark", coerente com o título. Em 2005, The Masterpieces, uma compilação de um DVD ao vivo que foi lançado, depois veio Christmas Chants, um álbum que no final de 2006 foi o penúltimo álbum de Gregorian. O álbum Masters of Chant Chapter VI, que foi o último álbum, foi lançado em 28 de Setembro de 2007, excluindo a coletânea earBook Chants & Mysteries, na qual foi lançada simultaneamente com o último, e o lançamento de Christmas Chants & Visions, na qual foi lançada no final de 2008 como um relançamento do álbum de 2006: Christmas Chants, com um bônus de 2 músicas.

Os membros do grupo de coro de Gregorian são Richard Naxton (Naxos), Johnny Clucas (Johnny), Dan Hoadley (Dan), Chris Tickner (Chris T.), Richard Collier (Rich), Gerry O'Beime (Gerry), Lawrence White (Lorro) e Rob Fardell (Rob F.).

Outros que também contribuíram com o projeto Gregorian, tanto com sua voz quanto em composição, são Frank Peterson, Amelia Brightman (irmã da Sarah Brightman), o pessoal do Nemo Studio, entre outros.

SAUDADES DE RICHARD WRIGHT



O único nascido em Londres entre os integrantes do Pink Floyd, Richard Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison nos Beatles, John Entwistle no The Who e John Paul Jones no Led Zeppelin.

Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side of the Moon (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de David Gilmour e participou na composição de cinco das dez músicas. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine On You Crazy Diamond".

Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentavam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.

Morreu em sua casa em Londres, em 15 de setembro de 2008, a informação foi revelada por um porta-voz do grupo, e em seguida, divulgada expressamente no web-site da banda. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer. A morte de Richard acabou com as possíveis esperanças de o Pink Floyd se reunir novamente.



URIAH HEEP sempre será lembrado como um dos maiores nomes do rock


Em 1965, Mick Box e David Byron, formaram o The Stalkers. Ficaram por dois anos tocando covers em clubes locais, quando em 1967, Box e Byron resolvem tornar-se profissionais. Os outros membros da banda acham arriscado e se separam. A dupla, porém, continuou firme, trabalhando e compondo material. Juntam-se ao baterista Nigel Pegram e ao baixista Barry Green na banda Spice. Green foi substituído no meio de 68 por Paul Newton e sua entrada coincidiu com a gravação de um single "What about the Music".

Após um árduo trabalho, conseguem assinar um contrato com o empresário Gerry Bron, gravando um álbum em 1969, The Landsome Tapes. Por sugestão de Bron, o tecladista Ken Hensley passa a fazer parte do line-up e mudam o nome para Uriah Heep. A entrada de Hensley fez com que eles desenvolvessem seu próprio estilo baseado nas harmonias vocais combinadas com guitarras e teclados. O ano de 1970 foi considerado o de nascimento do Uriah Heep. Neste período gravaram "Very ´Eavy, Very ´Umble", Salisbury, o terceiro álbum, Look at Yourself.

O ápice da carreira aconteceu em meados dos anos 70, com os álbuns Demons and Wizards, The Magician's Birthday, Sweet Freedom, Wonderworld e ainda um dos melhores álbuns ao vivo do Uriah: Live´73. Em fevereiro de 1975, devido à problemas de saúde e de drogas além de um acidente ocorrido num show em Dallas (foi eletrocutado quando tocava ao vivo) o baixista Train é afastado da banda. Em dezembro do mesmo ano, fora encontrado morto devido a uma overdose. John Wetton foi contratado para assumir a vaga, completando o time nas gravações de "Return to Fantasy".

Vários fatos, associados à fama, acabaram por desgastar um pouco a banda, principalmente David Byron, que acabou deixando a banda em julho de 1976.

Logo após de Head First, em 1983, Trevor Bolder volta ao Uriah, para a gravação de Equator. Tiram um tempo de férias e voltam com Mick Box, Kerslake e Trevor Bolder, e mais o tecladista Phil Lanzon e por dois meses o vocalista Steff Fontaine, que logo depois foi substituído por Bernie Shaw. Essa formação foi uma das mais estáveis, compondo os álbuns Live in Moscow, Raging Silence, Different World, Sea of Light e Spellbinder.

Apesar das inúmeras mudanças e desavenças, o Uriah Heep, seja com os músicos e na época que for, sempre será lembrado com um dos maiores nomes do rock em todo o planeta.



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