RIVAL SONS


Rival Sons é a banda que esta abrindo o para o Black Sabbath na turnê The End, a banda já gravou 6 discos.

Críticos de rock têm feito constantes comparações entre a Rival Sons e a banda britânica dos anos 1970 Led Zeppelin. Os mais radicais chegam até a dizer que o grupo é um cover de Led. Mas Buchanan não acha que essa comparação seja das mais pertinentes:

— Nós fazemos blues. Toda banda de blues segue uma fórmula que ficou muito conhecida com o Led Zeppelin, mas isso não significa que eles sejam os donos dela. Nossa guitarra é pesada, a bateria é bombástica e o baixo é forte. Além disso, o vocal gritante marca a essência do blues. Todo mundo faz isso, não só Led Zeppelin, nem só a Rival Sons.

Apesar de ser fã do grupo e compreender a importância da banda no cenário do rock, o vocalista afirmou que o Led Zeppelin não é a principal referência da Rival Sons:

— Eles estão entre nossas referências, mas estão longe de serem a principal delas. Temos o Rolling Stones, Os Kinks, e até mesmo o Black Sabbath. Só bem depois vem o Led Zeppelin.

As influências de Buchanan — todas dos anos 1970 e 1980 — são, também, as bandas que compõem a playlist que o músico escuta nas horas vagas. Ele contou que não curte o som produzido pelos grupos de rock de hoje em dia:

— A maior parte do que está sendo produzido pelas bandas de rock é terrível. Para mim, o rock’n’roll é essencial. Mas essa galera está deixando o roll de lado e focando só no rock. Se eles gostam do resultado, tudo bem, gosto é gosto. Mas não me agrada. Falta emoção, falta sentimento.

Uma coisa que posso garantir é que emoção e sentimento não faltaram na despedida de Buchanan. Mesmo após dez meses com o Black Sabbath, o músico ainda não se acostumou com a ideia de fazer parte dessa turnê.

— Estou falando com você da janela de um hotel em Córdoba, na Argentina. E eu vou tocar com o Black Sabbath hoje à noite. Você acredita nisso? Eu não... É insano!

Conteudo da matéria do: http://bit.ly/2gjBMOK


PRINCE Tribute - Blues Guitar


O príncipe era um showman, um songwriter, um singer e um dos grandes guitarristas do Pop/R & B/Rock da música.


ERIC CARR: carreira, morte e a queda no esquecimento do baterista do KISS


Ex-músico do Kiss morreu no mesmo dia de Freddie Mercury

O dia 24 de novembro de 1991 foi fatal para o rock'n'roll. Além de Freddie Mercury, morreu também o ex-baterista do Kiss, Eric Carr — que acabou sendo esquecido pela mídia da época. Nascido Paul Charles Caravello, o músico faleceu aos 41 anos em decorrência de um câncer no coração e nos pulmões.

Eric foi o baterista que assumiu as baquetas deixadas por Peter Criss no Kiss. E Carr o fez com extrema competência. Criss era conhecido como o “Catman”, pelo fato de adorar gatos e se pintar como um para os shows. Para surpresa dos fãs da banda, a capa do disco Creatures Of The Night, de 1982, não trouxe nenhum gato. Logo acima da cabeça do Ace Frehley e ao lado de Gene Simmons, existe uma persona diferente.

A Raposa, ou “The Fox” era o personagem adotado por Carr durante um curto período de tempo, já que, no ano seguinte, a banda anunciou em um show transmitido ao vivo pela MTV que não tocariam mais de máscara. E assim foi até o meio dos anos 1990. Seu primeiro álbum com a banda foi o Music For The Elder (1981) — considerado um dos piores do grupo. E o Kiss já vinha de um álbum chamado Unmasked (1980), também lastimável. Ou seja, emplacaram dois álbuns fracos para, depois, lançarem o Creatures, um dos melhores discos da banda.

Mas a carreira de Carr não se restringe ao Kiss: antes de começar a tocar com a banda, ele fazia parte de um grupo de covers. Aos 30 anos, pensava em desistir da música, até que descobriu a saída de Criss. Como quem não queria nada, Carr levou uma demo onde cantava e tocava a música Shandi. O músico não apenas levou a tape, como entregou a fita em um envelope laranja, pra chamar a atenção. E a fita só foi ouvida porque o envelope era chamativo.

Nos anos 1970 e no início dos anos 1980, ninguém fora do Kiss tinha visto os integrantes da banda sem a maquiagem: Carr foi o primeiro. Quando foram tocar juntos, o baterista disse que os outros integrantes não se importavam com qualidade, só com o visual.

Carr era um baterista auto didata, que era desconhecido do público geral. E foi exatamente isso que o fez ser escolhido. Ele tocava guitarra, bateria, baixo e piano, além de ser compositor. Carr foi um dos responsáveis por dar uma cara mais hard rock ao Kiss, que tinha perdido parte da sua essência com dois álbuns fraquinhos.

Carr foi um dos responsáveis por salvar o Kiss. A pegada que estava em crescimento foi ele quem deu: tocava o simples no estúdio e destruía nos shows. Durante os espectáculos, Carr optava por usar o pedal duplo. Ele deixou a banda mais pesada, sem descaracterizá-la.
A última música gravada por Carr foi God Gave Rock And Roll To You II, para o álbum Revenge, que saiu póstumo, em 1992. Como última música do álbum, o Kiss optou por uma jam session que a banda fez durante as gravações de Elder, primeiro álbum de Carr — essa foi uma maneira da banda deixá-lo vivo para sempre.

Apesar dos minuciosos acertos, Carr cometeu um grande erro: ter morrido no mesmo dia de Mercury.

Matéria: http://entretenimento.r7.com/pop/eric-carr-carreira-morte-e-a-queda-no-esquecimento-do-baterista-do-kiss-25112016


JOE SATRIANI esta chagando ao Brasil



Joe Satriani, cujo nome verdadeiro é Joseph, começou a tocar guitarra após a morte de Jimi Hendrix (pois até então tocava bateria). Satriani foi professor de alguns guitarristas famosos em todo o mundo, tais como Alex Skolnick, Kirk Hammett do Metallica, e David Bryson do Counting Crows e Steve Vai.


Teve também uma relação curiosa com Steve Vai sendo que Satriani ensinou Steve a colocar cordas em uma guitarra modelo Floyd Rose.

Em 1984 Satriani gravou um EP com o seu próprio nome contendo 5 músicas em que havia apenas guitarras. Steve Vai, seu amigo e ex-aluno, consegue para Joe um contrato com a Relativity Records, e na mesma época lança seu primeiro álbum: "Not Of this Earth".

A sua fama porém veio com o disco "Surfing with the Alien". Álbum que lhe rendeu milhões de vendas ao redor do mundo e sua primeira indicação ao Grammy. Em 1996, criou junto com Steve Vai a turnê G3, na qual participa todos os anos desde então ao lado de outros grandes guitarristas virtuosos, gravando cds e Dvds de algumas apresentações.

Joe conseguiu, num mundo dominado pelo pop, ser um dos guitarristas mais bem sucedidos no rock instrumental dos últimos tempos, vendendo milhões de álbuns, esgotando regularmente a lotação nos seus concertos.

Atualmente é guitarrista de um projeto de Sammy Hagar e Michael Anthony (ex-Van Halen) chamado de Chickenfoot. Neste ultimo projeto temos um videos que eles fazem homenagem a Jimi Hendrix tocando Foxy Lady.




DAVE HOLE


Dave Hole nasceu em Heswall, Cheshire, Inglaterra, e sua família mudou-se para Perth, Austrália Ocidental, quando ele tinha quatro anos. Ele ficou interessado em blues aos seis anos de idade. Ganhou sua primeira guitarra aos doze anos, tornou-se autodidata devido a falta de professores de violão onde morava, ele treinava com os álbuns de Eric Clapton, Jimi Hendrix, Robert Johnson e Elmore James.

Canhoto e, depois de quebrar um dedo em um acidente de futebol, ele passou a tocar a guitarra com a mão direita, colocando o slide no dedo indicador e apoiava a sua mão sobre a parte superior do braço da guitarra. Após a cura, manteve o estilo de tocar e nunca mudou de volta.

Todo dia é dia de Rock and Roll


O Rock é um mutante

Começou com uma mistura de country e r&b, coloriu-se em sua fase psicodélica, ganhou peso, emagreceu, usou moicano e hoje adota uma singela franjinha.Confira estas transformações:

O começo

A mistura de country com rhythm and blues surgia no meio da década de 50 mudaria a história da música para sempre. Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, pioneiros do gênero, superaram barreiras raciais e fundiram música branca e negra de maneira inédita. “Maybellene” (1955), de Chuck Berry, é uma das várias canções que definiram o DNA do rock and roll.

Popularização

Chuck Berry, Little Richard e companhia abriram caminho para a explosão do rock and roll nos anos 60. Assim, Elvis pôde escandalizar e encantar com seu rebolado e influenciar o visual de jovens do mundo todo durante os anos 50 e 60. Rolling Stones, The Who e até Bee Gees surgiram nesse boom. Com os Beatles aconteceu o mesmo, mas em escala ainda maior. John, Paul, George e Ringo se voltaram á psicodelia e ao experimentalismo logo depois, mas a imagem dos quatro usando terninhos e cabelos-tigela tocando “I Wanna Hold Your Hand” paras platéias histéricas é eterna.

Psicodelia

Com o gênero popularizado e no mainstream, a Guerra do Vietnã dominando os noticiários e drogas fazendo a cabeça dos músicos, o rock abandonou a caretice, ganhou cores novas e funções de protesto em canções de artistas como Bob Dylan e Joe Cocker. O marco dessa época foi o festival de Woodstock (agosto de 1969). Jimi Hendrix tocou o hino americano, com efeitos de guitarra que simulavam tiros de metralhadora e bombardeio de aviões, e fez história.

Metal

Com guitarras em destaque, influência de blues e potência sonora amplificada, iniciada por Black Sabbath e seguidos por grupos e deram origem ao metal nos anos 60. Nos anos 70, uma leva de bandas britânicas como Iron Maiden e Judas Priest aceleram o estilo: era a nova onda do Heavy Metal Britânico. Em comum entre esses grupos, além do peso da música, os cabelos compridos, roupas escuras e integrantes com cara de poucos amigos.

Punk

Surgiu nos EUA como uma resposta à megalomania que o metal e outras vertentes do rock, como o progressivo, imprimiram ao gênero nos anos anteriores. A ordem entre grupos como Ramones era reduzir tudo ao básico: bandas com apenas uma guitarra, baixo e bateria, músicas curtas e aceleradas, três acordes nas composições, atitude rebelde e anarquista. Pouco depois, o movimento chegou à Inglaterra, onde surgiram os Sex Pistols. Moicanos e certo desleixo marcavam a produção visual dos punk rockers.

Pós-Punk

Se ávida no punk foi cheia de som e fúria a do pós-punk foi marcada pela angústia e introspecção. A banda clássica do estilo, Joy Division, teve trajetória curta por conta do suicídio de seu líder, Ian Curtis. The Cure, The Fall, Bauhaus e Siouxsie and the Banshees continuaram se jogando na melancolia e caprichando no visual dark.

Grunge

Como o Punk, o Grunge nasceu como uma resposta aos exageros de estilos anteriores. Pense em algo diametralmente oposto a grupos como Twsted Sisters e é bem capaz de você imaginar o Nirvana (a banda mais influente do gênero) ou o Pearl Jam. Se você tem uns 30 anos de idade, é capaz de ainda ter alguma camisa de flanela, item básico no guarda-roupa grunge, guardada por aí.

Emo

Eles gostam de hardcore, uma vertente bastante acelerada do punk rock, mas também são sensíveis sim, e daí? Nas letras, as bandas de emotional hardcore (daí o nome) como o Fall Out Boy ou Panic! At the Disco falam de corações partidos e dos problemas da vida adolescente. Mas não basta choramingar: um emo só é emo com uma franja caprichada e maquiagem pesada nos olhos.




THE SEARCH 7


The Search 7 banda catarinense de punk rock. No clipe "Ele Voltou" faz parte do terceiro álbum, de nome "Aquarius".


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