ATITUDE ROCK'N'ROLL divulga a cultura rock e novas bandas

ATITUDE ROCK'N'ROLL divulga a cultura rock e novas bandas

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Documentário: Rock Brasil 70 - Viagem Progressiva

Rock Brasil 70 - Viagem Progressiva



Documentário realizado em 2013 com o objetivo de descrever, contextualizar e trazer para a atualidade a história do rock progressivo feito no Brasil, um movimento artístico/musical que, apesar de ter representado uma gigantesca importância histórica para a cronologia do rock e da música nacional, acabou não tendo tanto destaque em sua época, muito menos lembranças de grande reconhecimento no presente. Com os nomes mais importantes da época, o projeto visa respeitar a história da música brasileira e responder que, apesar de permanecer no 'underground' da mídia até os dias atuais, o rock, independente de sua vertente, é resistente, viajante, atemporal e guerrilheiro.


 Ficha Técnica: 

Produção/Roteiro/Direção 
Ana Paula Minari 
Bruno Rizzato Rodrigues 
Guilherme Machioni 
João Figueiredo 
Tábata Porti 
Thiago Mourato 

Orientação 
Eliane Basso 

Publicado em 1 de mai de 2016 
Brunorizzato


Documentário Rock Progressivo Brasileiro

Rock Progressivo Brasileiro



O documentário se propõe a discutir as características do pouquíssimo estudado rock progressivo brasileiro. É abordado o surgimento do gênero no Brasil, as influências e as principais bandas.
O trabalho visa, ainda, analisar o panorama atual do progressivo no Brasil. Apesar da mídia tratar como algo ultrapassado, há inúmeras bandas, originais dos anos 1970 e recentes, inseridas em um cenário emergente, em que o gênero volta a ganhar força.
Matéria:
Amanda Barcellos
Publicado em 8 de jun de 2014

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

NEKTAR




NEKTAR é provavelmente o alemão mais do tipo das bandas britânicas dos anos setenta, uma fama que deve muito à cidade em que esta banda foi fundada (Hamburgo) e de sua abordagem estilística.

 A banda  foi formada em 1969 por Allan FREEMAN (teclados e vocais), Roye Albrighton (guitarra e vocal), Derek MOORE (bass, Mellotron e vocal) e Ron Howden (bateria).

O video da postagem traz a musica Desolation Valley com apresentação de 1974 com intercalações com a apresentação de 2005, ficou muito boa a montagem e mostra a fidelidade ao estilo da banda.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

JOURNEY


Journey formada em 1973 em San Francisco, Califórnia. Em 1977, Steve Perry substitui o vocalista Robert Fleischman e veio se tornar umas das maiores vozes do Rock.

A banda passou por diversas fases, sendo mais conhecida pelos sucessos na rádio no início da década de 1980, com uma série de baladas como "Faithfully", "Lights", "Open Arms", "Any Way You Want It", "Separate Ways (Worlds Apart)" e "Wheel in the Sky".

Journey se separou nos anos 80 e se reuniram novamente em 96 para gravação de um novo álbum, mas Perry deixou a banda por problemas de Saúde.

"Don't Stop Believin" foi a que atingiu o maior publico da banda e continua tocando nas radio mundo a fora.



domingo, 3 de dezembro de 2017

RIP Cherry Taketani



A vocalista e guitarrista Cherry fundadora das bandas Okotô e Hellsakura faleceu neste domingo dia 03.12.2018, em São Paulo.

A banda Nervochaos a qual ela se apresentava atualmente como guitarrista confirmou a notícia em seu Facebook.

"Acabamos de saber do falecimento da nossa guitarrista Cherry. Recentemente ela foi diagnosticada com câncer, não resistindo à luta e vindo a falecer essa madrugada. Nossos sinceros sentimentos a família e aos amigos. R.I.P. guerreira!!!".

Sua primeira banda, Okotô, foi formado nos anos 1980, mas foi em 1993 já com um som mais pesado obteve reconhecimento, Cherry tambem mudou o visual raspando parte dos cabelos e como um vocal mais agressivo.

Sua outra banda o Hellsakura, ela foi a vocalista e a guitarrista da banda, imprimindo seu estilo e a liderança que já exercia no Okotô, esta banda misturava punk e metal.

Cherry entrou para banda de death metal Nervochaos em 2015 e, neste ano, eles lançaram o disco “Nyctophilia”, neste ano Cherry dirigiu e produziu  o clip para lançamento da faixa: For Passion Not Fashion.

Em novembro deste ano a Nervochaos sem apresentou na Russia, onde Cherry foi obrigada a ser internada, já neste final de semana ela não foi com a banda para show  a Colômbia, e falecendo neste domingo.

Cherry foi importantíssima para o cenário rock no Brasil.

Abaixo os videos de Cherry no inicio de carreira e na faze Okotô mais pesado, que eu gosto muito.





quinta-feira, 30 de novembro de 2017

ERIC CARR: carreira, morte e a queda no esquecimento do baterista do KISS


Ex-músico do Kiss morreu no mesmo dia de Freddie Mercury

O dia 24 de novembro de 1991 foi fatal para o rock'n'roll. Além de Freddie Mercury, morreu também o ex-baterista do Kiss, Eric Carr — que acabou sendo esquecido pela mídia da época.

Nascido Paul Charles Caravello, o músico faleceu aos 41 anos em decorrência de um câncer no coração e nos pulmões.

Eric foi o baterista que assumiu as baquetas deixadas por Peter Criss no Kiss. E Carr o fez com extrema competência. Criss era conhecido como o “Catman”, pelo fato de adorar gatos e se pintar como um para os shows.

Para surpresa dos fãs da banda, a capa do disco Creatures Of The Night, de 1982, não trouxe nenhum gato. Logo acima da cabeça do Ace Frehley e ao lado de Gene Simmons, existe uma persona diferente.

A Raposa, ou “The Fox” era o personagem adotado por Carr durante um curto período de tempo, já que, no ano seguinte, a banda anunciou em um show transmitido ao vivo pela MTV que não tocariam mais de máscara. E assim foi até o meio dos anos 1990.

Seu primeiro álbum com a banda foi o Music For The Elder (1981) — considerado um dos piores do grupo. E o Kiss já vinha de um álbum chamado Unmasked (1980), também lastimável. Ou seja, emplacaram dois álbuns fracos para, depois, lançarem o Creatures, um dos melhores discos da banda.

Mas a carreira de Carr não se restringe ao Kiss: antes de começar a tocar com a banda, ele fazia parte de um grupo de covers. Aos 30 anos, pensava em desistir da música, até que descobriu a saída de Criss.

Como quem não queria nada, Carr levou uma demo onde cantava e tocava a música Shandi. O músico não apenas levou a tape, como entregou a fita em um envelope laranja, pra chamar a atenção. E a fita só foi ouvida porque o envelope era chamativo.

Nos anos 1970 e no início dos anos 1980, ninguém fora do Kiss tinha visto os integrantes da banda sem a maquiagem: Carr foi o primeiro. Quando foram tocar juntos, o baterista disse que os outros integrantes não se importavam com qualidade, só com o visual.

Carr era um baterista auto didata, que era desconhecido do público geral. E foi exatamente isso que o fez ser escolhido. Ele tocava guitarra, bateria, baixo e piano, além de ser compositor.

Carr foi um dos responsáveis por dar uma cara mais hard rock ao Kiss, que tinha perdido parte da sua essência com dois álbuns fraquinhos.

Carr foi um dos responsáveis por salvar o Kiss. A pegada que estava em crescimento foi ele quem deu: tocava o simples no estúdio e destruía nos shows. Durante os espectáculos, Carr optava por usar o pedal duplo. Ele deixou a banda mais pesada, sem descaracterizá-la.

A última música gravada por Carr foi God Gave Rock And Roll To You II, para o álbum Revenge, que saiu póstumo, em 1992. Como última música do álbum, o Kiss optou por uma jam session que a banda fez durante as gravações de Elder, primeiro álbum de Carr — essa foi uma maneira da banda deixá-lo vivo para sempre.

Apesar dos minuciosos acertos, Carr cometeu um grande erro: ter morrido no mesmo dia de Mercury.

Matéria: http://entretenimento.r7.com/pop/eric-carr-carreira-morte-e-a-queda-no-esquecimento-do-baterista-do-kiss-25112016


terça-feira, 14 de novembro de 2017

RICK WAKEMAN grava Life On Mars e Space Oddity de David Bowie



O Royalties de versões Rick Wakeman para as faixas Life On Mars e Space Oddity (confira o vídeo no final do artigo) irá para Macmillan Cancer Support, Rick lançou versões de piano em uma homenagem pelo falecimento de David Bowie.

Wakeman diz: "Eu me sinto extremamente feliz por ser capaz de liberar a minha versão para piano das  faixas Life On Mars e Space Oddity. Eu acho que é muito apropriada para os rendimentos a ir às Macmillan - uma instituição de caridade que é tão crucial para tantas pessoas. Eu testemunhei isso em primeira mão quando eu perdi minha mãe para o câncer e o trabalho que fazem vem do coração e é verdadeiramente impagável.

"Enquanto alguns avanços surpreendentes na medicina significa que alguma forma de cancros têm uma taxa de sobrevivência muito elevada e a verdadeira vida prolongada em outros, com todos os cânceres, é um momento muito difícil para o paciente e seus entes queridos.
"Esperamos que as canções não só será uma homenagem a David, mas também irá levantar algum dinheiro para ajudar a Macmillan com o maravilhoso trabalho que fazem, garantindo que ninguém enfrenta o câncer por si só."

Jane Maher, diretor médico da Macmillan Cancer Support, acrescenta: "Nós sabemos que a música é algo que não só une as pessoas, mas também ajuda-los por momentos difíceis e por isso estamos profundamente gratos que Rick decidiu doar os rendimentos destes faixas para Macmillan.
"O dinheiro arrecadado irá ajudar-nos a continuar a oferecer uma gama de apoio a pessoas afetadas pelo câncer."

Ambas as faixas estão disponíveis para compra via Amazon e iTunes.

Bowie morreu em 10 de janeiro com a idade de 69 após uma batalha contra o câncer, poucos dias depois de seu aniversário e a liberação de Blackstar - o seu álbum de estúdio 25th.

Noticia do site: http://prog.teamrock.com/news/2016-02-03/rick-wakeman-covers-bowie-classics



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