ATITUDE ROCK'N'ROLL divulga a cultura rock e novas bandas

ATITUDE ROCK'N'ROLL divulga a cultura rock e novas bandas

sábado, 23 de junho de 2018

DAVID GILMOUR se junta a JEFF BECK



David Gilmour se junta a Jeff Beck no encore para o concerto de Jeff no Royal Albert 4º Salão de Julho de 2009.

Eles realizaram versão maravilhosa de "Jerusalém" (escrito por Hubert Parry).



David Gilmour, Imelda May e Jeff Beck em mais um bis no seu concerto no Royal Albert 4º Salão de Julho de 2009. É famoso "Hi Ho Silver Lining", onde Jeff também canta um verso



quarta-feira, 20 de junho de 2018

ROGER WATERS “Os críticos o veem como um pessimista depressivo"


Radio K.A.O.S. é o terceiro disco solo gravado em 1987 por Roger Waters. Na obra, Waters contesta o comportamento humano através da história de Billy, um garoto com deficiências físicas e mentais que possui o poder de receber ondas de rádio diretamente no cérebro. Como em todos os seus trabalhos, Waters fala de crimes cometidos, anseios de consumo e a realidade capitalista.
O conceito crítico do músico se desenvolveu, principalmente, em torno de temáticas como a violência, as limitações de liberdades individuais e a desumanização do homem no confronto contra ordem ideológica, econômica e política que constitui uma sociedade ou um Estado.

Eu acho um dos últimos gênios da musica que tem algo a falar, não só para tocar para.


Músicas do Álbum:
Radio Waves – 4:58
Who Needs Information – 5:55
Me or Him – 5:23
The Powers That Be – 4:36
Sunset Strip – 4:45
Home – 6:00
Four Minutes – 4:00
The Tide Is Turning (After Lie Aid) – 5:43

No link abaixo tem uma analise do comportamento de Roger Walters em um documento elaborado na Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Rio de Janeiro, RJ – 4 a 7/9/2015 Radio KAOS: Crítica Social e Extensão do Homem, por Ciro Augusto Francisconi Götz2 da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS.

Endereço do documento:

http://portalintercom.org.br

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O PROGRESSIVO a mais reverenciada e a mais odiada forma de rock dos anos 70


O progressivo foi, ao mesmo tempo, a mais reverenciada e a mais odiada forma de rock dos anos 70. A reverência vinha da noção de que o tipo de música criado por Elvis e Chuck Berry estava deixando de ser primitivo e movido pelo instinto para se tornar complexo e respeitável, em termos intelectuais.
Em uma palavra, o rock finalmente ‘evoluía’. A ponto de aspirar, em alguns casos, a ser tão importante quanto uma obra sinfônica.
Os Beatles deram início a essa evolução, quando incorporaram elementos de música erudita em seus álbuns, a partir de ‘Rubber Soul’ (1965). Ficou provado que era possível, para uma banda pop, criar um som que fosse tão estimulante para os pés quanto para o cérebro.
Para isso, os músicos iam na direção contrária do rock and roll original. Pegaram a deixa de Bob Dylan e transformaram as letras de rock em plataformas para ideias, e não para descrições de relacionamentos juvenis.
As canções, estruturalmente, tinham de acompanhar a complexidade das letras. Três minutos de duração já não eram suficiente para isso. Elas começaram a ultrapassar a barreira dos 10 minutos e depois passaram a ocupar lados inteiros dos discos de vinil. E quando o Jethro Tull lançou ‘Thick as a Brick’, em 1972, o álbum inteiro consistia de uma única faixa.
A implicação óbvia desse delírio autoindulgente de grandeza é que qualquer músico disposto a tocar numa banda de ‘prog rock’ precisava ser, na prática, um virtuose para garantir, principalmente ao vivo, a competência técnica necessária exigida por uma sinfonia eletrônica de 20 minutos ou mais de duração.

Esse virtuosismo, além de tudo, não se resumia aos tradicionais baixo, guitarra e bateria. O progressivo tinha predileção especial por instrumentos inusitados no rock, como o mellotron (um teclado que simula sons de orquestras e corais), a flauta transversal, as guitarras de dois braços (com 6 e 12 cordas) e os sintetizadores analógicos, como o cultuado Moog.
Toda essa parafernália num palco era certeza de um grande espetáculo visual, ainda mais se fosse combinada com jogos de luz espetaculares e cenários psicodélicos. O problema é que também era virtualmente inacessível, em todos os sentidos, para qualquer garoto pobre que, como o ‘Street Fighting Man’ dos Stones, só quisesse tocar numa banda de rock and roll.
Foi para salvar esse garoto que os Sex Pistols vieram ao mundo. Uma das camisetas mais célebres usadas pela banda, em 1976/77, tinha estampada uma foto do Pink Floyd com a frase “I Hate” escrita à mão, logo acima.
Da noite par ao dia, os Pistols e toda a brigada punk tornaram obsoleto o elaborado conceito por trás das bandas ‘prog’. O esnobismo estético que elas representavam já tinha sido abalado quando os Ramones apareceram tocando todo o seu repertório de 10 ou 12 músicas em menos tempo do que durava uma suíte do Yes ou do Genesis, com letras propositalmente primárias, no nível “hey ho let’s go”.

O rock progressivo foi aniquilado comercialmente, assim como um herdeiro do punk, o ‘grunge’, varreria do mapa, anos mais tarde, as bandas de ‘hair metal’. Depois de viver seu breve momento de glória, entre 1966 e 1976, o ‘prog’ voltou a ser venerado por bandas populares na cena alternativa, como o Ozric Tentacles, nos anos 80/90, e o Porcupine Tree, dos anos 90 até hoje.
O que durante algum tempo vitaminou o alcance nada desprezível do rock progressivo, um fenômeno tipicamente britânico, foi sua enorme influência sobre músicos de outros países. E não só da Europa.
No Brasil, quase todo o rock que se produziu na primeira metade da década de 70 vinha com o orgulhoso carimbo de “progressivo”. Os Mutantes encerraram a carreira ajustando a sintonia do seu psicodelismo na direção de Yes e Emerson Lake and Palmer. E até Santos deu sua contribuição ao gênero com o cultuado – e subestimado - Recordando o Vale das Maçãs.
O ‘prog’ não desapareceu, mas se renovou em contato com o pop (Muse), o alt-rock (Mars Volta), o psicodelismo (Porcupine Tree) e o gótico (Anathema). Não há mais inovadores alucinados como Keith Emerson esfaqueando teclados Hammond com adagas de verdade. Mas enquanto houver aparelhos de som Bang & Olufsen, fones de ouvido Sennheiser e reedições em vinil de 180 gramas de Brain Salad Surgery com a capa original, haverá ‘prog rock’.

fonte: www.atribuna.com.br
Os 20 álbuns mais progressivos do rock
 1. King Crimson: In the Court of the Crimson King (1969)
 2. Yes: Tales from Topographic Oceans (1973)
 3. Emerson, Lake and Palmer: Brain Salad Surgery (1973)
 4. Genesis: Foxtrot (1972)
 5. Jethro Tull: Thick as a Brick (1972)
 6. Pink Floyd: Wish You Were Here (1975)
 7. Can: Future Days (1973)
 8. Van Der Graaf Generator: Still Life (1976)
 9. Gentle Giant: In a Glass House (1973)
 10. Tangerine Dream: Stratosfear (1976)
 11. Focus: Moving Waves (1971)
 12. Moody Blues: Every Good Boy Deserves Favour (1971)
 13. Mike Oldfield: Incantations (1978)
 14. Ozric Tentacles: Strangeitude (1991)
 15. Curved Air: Air Conditioning (1970)
 16. Soft Machine: Third (1970)
 17. Porcupine Tree: Lightbulb Sun (2000)
 18. Rush: Hemispheres (1978)
 19. Renaissance: Ashes are Burning (1973)
 20. The Mars Volta - Frances the Mute (2005)

sábado, 16 de junho de 2018

PROGRAMAÇÃO CENTRO DO ROCK 2018 COM ENTRADA GRATUITA


Rock gratuito no mês de julho/2018 acontecerá na Sala Adoniran Barbosa, trata-se do Centro do Rock 2018 que reunirá 30 bandas independentes de varios estados e de varios tipos de rock.

Datas e bandas:

Quarta, 4 de julho, às 21h
Far from Alaska do Rio Grande do Norte  e Deb and the Mentals de São Paulo

Quinta, 5 de julho, às 21h
Giallos de São Paulo e Kalouv de Pernambuco

Sábado, 7 de julho, às 19h
Papisa deSão Paulo e Cora do Paraná

Domingo, 8 de julho, às 18h
Stratus Luna e Bombay Groove de São Paulo

Quinta, 12 de julho, às 21h
Oruã do Rio de Janeiro e Goldenloki de São Paulo

Sexta, 13 de julho, às 19h
In Venus de São Paulo e Lava Divers de Minas Gerais

Sábado, 14 de julho, às 19h
Sky Down de São Paulo e Mieta de Minas Gerais

Domingo, 15 de julho, às 18h
Gorduratrans e Def  do Rio de Janeiro

Quinta, 19 de julho, às 21h
Black Pantera de Minas Gerais e Molho Negro do Pará

Sexta, 20 de julho, às 19h
Maquinas e Astronauta Marinho do Ceará

Sábado, 21 de julho, às 19h
Carne Doce e Bruna Mendez Goias

Domingo, 22 de julho, às 18h
My Magical Glowing Lens do Espirito Santo e Bike de São Paulo

Quinta, 26 de julho, às 21h
Macaco Bong do Mato Grosso) e Odradek de São Paulo

Sexta, 27 de julho, às 19h
Picanha de Chernobill de São Paulo e Marcelo Gross do Rio Grande do Sul

Domingo, 28 de julho, às 18h
Frieza de Goias e Basalt de São Paulo



Fonte: Pedro Antunes, O Estado de S.Paulo

quinta-feira, 14 de junho de 2018

QUATERNA RÉQUIEM



A banda brasileira Quaterna Réquiem pode ser apontada como um dos grandes valores mundiais do rock progressivo nos anos 90.

Formado em 1986, no Rio de Janeiro, a partir das cinzas do grupo Vitral (que incluia os "cabeças do Quaterna, os irmãos Elisa e Claudio), dissolvido, entre outros motivos, pela saída de Wiermann (instrumentista profissional) para uma série de concertos pelo país, o primeiro Quaterna Réquiem com Dantas e alguns outros membros da formação do LP, apresenta-se exatas duas vezes antes de também debandar.

O som do grupo, na época, era bem mais primitivo do que o que seria conhecido no futuro. Com ofim da série de concertos, Wiermann retorna ao Rio e, junto com o irmão Dantas, ressuscita a idéia de uma banda de rock progressivo. O ano, 1987. (Re)nascia o Quaterna Réquiem.

Após vários shows e algum entra-e-sai na formação (agora com Wiermann, Dantas, o violinista Kl;ber Vogel, o guitarristas Jones junior e o baixista Marco Lauria), a banda lança, em 1990, o LP "Velha Gravura", reeditado em 1993, em Cd, com duas faixas extras.

Apesar do sucesso junto ao público do gênero, o Quaterna passaria por profundas mudanças no ano seguinte. Júnior deixa a banda no final de 1991 e é substituído pelo guitarrista Saulo. Com esse "line-up", a banda dá seu mais famoso show (22 de fevereiro de 1992, no MAM do Rio) antes da saída de Vogel.

O violinista, junto com Júnior, daria início à banda progressiva Kaizen (lançado em CD em fins de 1994).



Nova fase para o carioca Quaterna Réquiem: o novo guitarrista Saulo convoca um amigo, o baixista Álvaro Seabra, para o grupo. Essa nova formação não dura mais que alguns meses e cerca de cinco ou seis shows (com muitos trabalhos novos).

O Quaterna estava de volta ao início da estrada, ou seja, reduzido aos irmãos Elisa e Cláudio. Mas isso não seria, como chegou a circular, o fim do conjunto.

A banda resiste com apenas dois membros e mais dois (excelentes) músicos convidados, o baixista Fábio Fernandez e o guitarrista Roberto Crivano, ambos da banda progressiva Agne Luz (também do Rio).

Essa formação daria um show em 1993, no SESC da cidade de Três Rios e lançaria, em 1994, seu segundo trabalho, intitulado "Quasímodo", que reafirma o Quaterna como principal banda progressiva brasileira em atividade. A temporada de divulgação deste novo disco ocuparia várias semanas de shows nos Teatro João Teotônio, em 1994. Feliz de quem conferiu..." (ERP)

RPB: Em 1997 a banda se apresentaria no Rio Art Rock Festival, abrindo para a banda sueca Par Lindh Project, onde apresenta músicas de um novo trabalho a ser lançado, além de contar com a participação especial de Kléber Vogel em uma música e Fred Fontes no baixo, substituindo Fábio.

Deste show, lançam o CD Livre em 2000. Para surpresa de todos, a banda anuncia volta de Kléber Vogel para o Quaterna em 2002. Em 2003, Kléber e Wiermann lançam o CD À Mão Livre. Nele há uma música inédita do Quaterna Réquiem.

Músicos:
Claudio Dantas - bateria e percussão
Elisa Wiermann - teclados

Discografia:

Velha Gravura - 1990 - Faunus / Em CD em 1993
Quasímodo - 1994
Livre - Quaterna Records - 2000
À Mão Livre (Wiermann e Vogel) - 2003 - Quaterna Records

Matéria:  site rockprogressivo

quarta-feira, 13 de junho de 2018

KING CRIMSON


O King Crimson grupo musical inglês formado pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles em 1969. Os primeiros músicos que se juntaram a eles foram: o vocalista e guitarrista Greg Lake, para tocar baixo o poeta e letrista Peter Sinfield e o compositor Ian McDonald, sendo esta a primeira formação dos King Crimson.

O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk.

A musica desta postagem, Epitaph, me lembra que em 1975/10976 época em que meu irmão (Murilo Rodrigues) cantava em uma banda que tinha este nome, a banda sempre faziam shows nas cidades do interior de São Paulo.

Os integrantes da banda e os equipamentos utilizavam um antigo caminhão furgão (que era usado pela empresa de sorvete Kibon) como transporte da banda. Eles pintaram o furgão inteiro de preto e na lateral uma colocaram o nome da banda.

A banda sempre iniciavam os shows com a musica Epitaph que era para formar o clima enquanto o publico entrava no local. E depois rolava muito Bad Company, Black Sabbath e ai a fora. rsrsrsrsrs



segunda-feira, 11 de junho de 2018

JIMI HENDRIX


Os fãs continuarão a receber material inédito do guitarrista/cantor pelos próximos anos. A família do músico tem material produzido pelo artista guardado e pretende colocá-lo no mercado a cada 12 meses.

Entre os itens estocados há novas letras, músicas, vídeos. "Nós teremos outra década de músicas e vídeos", disse Janie, irmã do cantor, segundo o site Contact Music.

"Jimi era viciado em trabalho. Depois que o Electric Lady estúdios foi montado, ele gravou constantemente", contou Janie. "Foi como se ele soubesse que teria apenas mais quatro anos para gravar tudo", completou.

Esta postagem destaca a extensa versão ao vivo de uma das melhores apresentações de Hendrix, a versão elétrica de dez minutos do "stardard" do blues 'Hear My Train A Comin' e para mostrar que não era só de efeito que vivia Hendrix, colocamos a versão acústica também da mesma musica.






sábado, 9 de junho de 2018

BLUE FLOYD são ex-membros do ALLMAN BROTHERS , GOV'T MULE e THE BLACK CROWES que tocam PINK FLOYD


Blue Floyd é um conglomerado de ex-membros do Allman brothers , Gov't Mule e The Black Crowes fazendo interpretações blues de músicas do Pink Floyd.

O Blue tour Floyd começou 14 de janeiro de 2000, em Anaheim, CA, 21 de fevereiro terminou em Chicago. Os membros da banda incluem Marc Ford e Woody Allen na guitarra (e Ford nos vocais), Berry Oakley Jr. no baixo e vocais, Johnny Neel sobre teclas de harpa e voz, e Matt Abts na bateria. 

O Show do Blue Floyd começou com Wish You Were Here álbum: o "Shine On You Crazy Diamond" instrumental com Neel em uma harpa solo bluesy, e depois em "Have a Cigar", com Oakley nos vocais e Neel em um solo de teclado. Neel, em seguida, tocou um pouco de piano boogie woogie enquanto alguns dos outros rachou uma gelada.

Em "Fearless" quem cantou Ford. Ford e Woody tocaram guitarras em quase todas as músicas, as próxima os três canções foram todas do disco Dark Side of the Moon.

E "Money" foi definido como um groove de blues e teria sido quase completamente irreconhecível, não fosse as palavras, a seção onde a música acelera parecia ser o ponto de virada da noite e a música começou a se tornar mais familiar. "Us and Them" completam o trio de canções, com Neel tocando um interessante sintetizado "sax" no solo.

O Show terminou com "Echoes" - não tão longo como o original, mas Ford e Woody se juntaram para levar as guitarras fantástica ao estilo dual de Allman Brothers.

Matéria do mnblues


quinta-feira, 7 de junho de 2018

DAVID GILMOUR conta como fez o solo de Comfortably Numb



É praticamente consensual entre quem gosta de rock e guitarra: "Comfortably Numb", do Pink Floyd, tem um dos melhores solos - se não o melhor da história do estilo. Melódica e repleta de feeling, a passagem é executada por David Gilmour.

Em entrevista à Guitar World, David Gilmour revelou o processo de composição do solo. A surpresa é que o guitarrista se revelou tão metódico que a passagem musical parece ter sido fruto de experimentos de laboratório. "Toquei uns cinco ou seis solos. A partir daí, apenas segui o meu procedimento habitual, que é ouvir cada um dos solos e fazer um gráfico, mostrando quais trechos são melhores em cada", disse.

Após ouvir e selecionar o material, David Gilmour faz uma "colagem". "Seguindo o gráfico, criei um grande solo composto por frases de cada trecho selecionado até que tudo fluísse de forma conjunta. Foi assim que fizemos em Comfortably Numb", afirmou.

Bob Ezrin, responsável por produzir "The Wall" - álbum que conta com a música "Comfortably Numb" - também falou à Guitar World. O profissional revelou ter sugerido a orquestra que acompanha o instrumental na música. "Lutei para a introdução orquestrada naquele trabalho. Tornou-se um problema em Comfortably Numb, que David Gilmour via como uma faixa mais crua. Roger Waters, ficou do meu lado. Assim, virou uma colaboração, com a música de David, a letra de Roger e meus arranjos orquestrados", disse.

Artigo saiu na: http://revista.cifras.com.br/noticia/david-gilmour



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